Core Case

ESG na Mineração – importância e iniciativas no setor

ESG é um termo que você provavelmente conheceu há pouco tempo, certo? 

Apesar dele ser usado de forma frequente na atualidade, ele não é um termo “tão jovem” assim. Ele surgiu pela primeira vez em 2004, em uma publicação chamada “Who Cares Wins”, que em português quer dizer “quem se importa vence”. 

As pautas ESG foram tomando força ao longo dos anos e vem sendo citadas com maior frequência no Brasil, de forma mais específica, nos últimos 5 anos. O setor mineral se inclui como um dos que busca se adequar e fazer parte dessa nova cultura.  

As siglas ESG estão intimamente ligadas a pautas e ações relacionadas ao meio ambiente, governança corporativa e bem estar social. 

Empresas que não se adequarem a esses princípios, poderão estar seriamente comprometidas no futuro. Podem não receber apoio de investidores, não serem bem vistas por seus funcionários, não receberem apoio da comunidade em que atuam, dentre várias outras consequências.  

A aplicação dos conceitos ESG em sua empresa são essenciais para um futuro correto, sustentável e duradouro. 

Vamos saber mais sobre esse assunto?

O que é ESG

O termo Environmental, Social and Governance (ESG – sigla em inglês) ou Ambiental, Social e Governança (ASG — em português) está sendo bastante utilizado atualmente e se tornou uma forma de classificar ações que as empresas exercem em relação ao meio ambiente, comunidade que atuam, funcionários e até mesmo com seus clientes e parceiros de trabalho.

Cada um dos elementos – ambiental, social e governança – compreende uma série de critérios que podem ser considerados, seja por investidores, no momento de analisar um negócio, ou por empresas, que desejam adotar uma postura operacional mais amigável, sustentável e responsável frente à sociedade.

Os três pilares que movem a sigla ESG são:

Ambiental

Os critérios ambientais incluem o uso de fontes de energia renováveis pela empresa, implantação de programa de gestão de resíduos, questões de desmatamento (se aplicável) e sua atitude e ações em relação às questões de mudança climática. Outras possíveis questões ambientais incluem o fornecimento e uso de matéria-prima, por exemplo.

Social

Os aspectos sociais estão pautados na forma como a empresa se relaciona com seus funcionários, parceiros e investidores. Outros pontos importantes são o respeito aos direitos humanos e às leis trabalhistas, diversidade da equipe e segurança no trabalho.

Governança

Governança no contexto ESG está relacionado a como uma empresa é administrada por seus gestores e diretores. O pilar da governança deve levar em conta os interesses de todas as partes envolvidas, seja diretores, investidores, fornecedores ou clientes.

Por que se adequar ao ESG

De acordo com a XP Investimentos, nos últimos anos, cada vez mais investidores estão colocando o conceito de “investimentos responsáveis“ como fator decisivo na alocação de recursos e a tendência é que esse movimento se torne uma prática comum nos próximos anos. 

Na perspectiva de investidores, empresas que são bem avaliadas no ESG se tornam ainda mais importantes para a destinação de investimentos.

Ainda segundo a XP, os investimentos responsáveis tem ganhado força gradualmente em todo o mundo nos últimos dois anos – globalmente mais de US$35,3 trilhões em investimentos são administrados por fundos institucionais que definiram estratégias sustentáveis, o que representa ~36% do total de ativos sob gestão no mundo.

Quando se trata do Brasil, ainda há muito a ser feito, porém desde julho de 2020 foi possível notar uma mudança (Figura 1), uma aceleração significativa na busca por investimentos ESG.

Figura 1: Busca pelo termo ESG no Google Brasil (jan/2020 – fev/2022). Fonte: Google Trends

ESG na mineração 

Em 2019 o Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM) e representantes do setor mineral se reuniram para promover uma transformação da indústria da mineração, assim como discutir pautas relacionadas à sustentabilidade e ao meio ambiente.

Após amplo debate, foi criada a agenda ESG da Mineração do Brasil, o documento estabelece pilares de ações a serem adotadas pelas mineradoras para melhorar seus indicadores.

A agenda ESG da mineração prevê melhorar indicadores em 12 áreas, são elas:

  1. Segurança operacional;
  2. Barragens e estruturas de disposição de rejeitos; 
  3. Saúde e segurança ocupacional; 
  4. Mitigação de impactos ambientais;
  5. Desenvolvimento local e futuro dos territórios; 
  6. Relacionamento com comunidades; 
  7. Comunicação e reputação; 
  8. Diversidade e inclusão;
  9. Inovação;
  10. Água;
  11. Energia;
  12. Gestão de resíduos.

De acordo com o IBRAM, a Mineração é o primeiro setor que lança uma ampla agenda ESG, sendo uma demonstração muito forte dos compromissos que o setor tem com as novas posturas que o mundo está demandando.

As ações e resultados conquistados até o momento pela agenda ESG da mineração serão apresentados na Exposibram 2022.

Iniciativas ESG no setor mineral

Em meio a necessidade de mudanças, empresas do setor mineral vêm desenvolvendo projetos que se adequam aos pilares ESG.

Conheça algumas iniciativas ESG no setor mineral:

  • Ferbasa: desde 1975 conta com a Fundação José Carvalho para cuidar das pessoas. Líder na produção de ferroligas, a companhia mantém seis escolas em quatro municípios, o que beneficia mais de 3.500 alunos;
  • Mineração Caraíba: desenvolve programas voltados à produtividade de pequenos agricultores, promoção da educação e formação profissional, além do acesso à água potável;
  • Yamana Gold: mantém o Instituto Yamana de Desenvolvimento Socioambiental, desenvolveu uma usina de compostagem em parceria com a cooperativa Recicla Jacobina;
  • Atlantic Nickel: preserva 750 hectares de Mata Atlântica e mantém um viveiro que já produziu mais de 56 mil mudas para replantio;
  • Vanádio de Maracás: fornece equipamentos e insumos para o projeto Mulheres Ativas, o qual beneficia 110 mulheres com oficinas de saboaria artesanal, além de curso de corte e costura gratuitos;

Core Case – uma empresa que apoia e se adequa aos pilares ESG


Desde o momento da sua concepção, a Core Case carrega consigo os pilares ESG. A empresa nasceu com o objetivo de produzir cases para armazenamento de testemunhos de sondagem em plástico 100% reciclado. Essa meta foi atingida e ao longo dos 10 anos de história a Core Case se tornou referência no Brasil. Veja alguns números:

Além dos cases sustentáveis para testemunhos de sondagem, a Core Case desenvolve ações que favorecem o desenvolvimento de projetos ligados à governança corporativa, sustentabilidade ambiental e social. Confira abaixo alguns projetos e iniciativas da empresa:

MEIO AMBIENTE

– Produtos feitos com matéria-prima 100% reciclada e reciclável;

– Desmatamento zero;

Projeto We Nature (Praia Limpa);

– Eco Bus Store;

– Produtos Core Case Collection com baixo impacto ambiental na produção;

– Certificação Lixo Zero.

SOCIAL

– Campanhas com engajamento social sempre presentes e com o envolvimento de outras instituições locais para o melhor aproveitamento das ações;

– Agasalho do Bem. Incentivo à troca de um produto usado por um novo com desconto;

– Projeto Praia Limpa. Introdução à comunidade local de cada região para o recolhimento de lixo e educação ambiental.

GOVERNANÇA

– Comprometimento com todos os stakeholders (fornecedores, clientes, comunidade, etc.);

– Manuais de uso de produto para melhor ergonomia aos usuários;

– Padronização da produção (ISO 9001) e dos procedimentos operacionais;

– Transparência, legalidade e responsabilidade fiscal em todas as esferas do negócio.

Apoie projetos, empresas e iniciativas que possuem em sua essência os pilares ESG.

Se quiser saber mais sobre a atuação da Core Case, entre em contato conosco.

O protagonismo da Mineração Brasileira na implementação das práticas ESG pode contribuir de forma significativa para um aumento da visibilidade e aceitação do setor que, apesar de tão relevante, ainda é bastante criticado pela sociedade.


Referências: 

XP Expert. https://conteudos.xpi.com.br/esg/esg-de-a-a-z-tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-o-tema/#:~:text=Tr%C3%AAs%20principais%20raz%C3%B5es%20do%20porqu%C3%AA,sido%20um%20sinal%20particularmente%20eficaz 

Forbes. https://www.forbes.com/advisor/investing/esg-investing/

IBRAM. https://portaldamineracao.com.br/o-que-e-esg-da-mineracao/

IBRAM. https://ibram.org.br/noticia/esg-pavimentar-mineracao-do-futuro/

Correio 24 Horas. https://www.correio24horas.com.br/noticia/nid/iniciativas-inspiradoras/ 

Core Case. https://corecase.com.br/pt/ 

ESG é um termo que você provavelmente conheceu há pouco tempo, certo? 

Apesar dele ser usado de forma frequente na atualidade, ele não é um termo “tão jovem” assim. Ele surgiu pela primeira vez em 2004, em uma publicação chamada “Who Cares Wins”, que em português quer dizer “quem se importa vence”. 

As pautas ESG foram tomando força ao longo dos anos e vem sendo citadas com maior frequência no Brasil, de forma mais específica, nos últimos 5 anos. O setor mineral se inclui como um dos que busca se adequar e fazer parte dessa nova cultura.  

As siglas ESG estão intimamente ligadas a pautas e ações relacionadas ao meio ambiente, governança corporativa e bem estar social. 

Empresas que não se adequarem a esses princípios, poderão estar seriamente comprometidas no futuro. Podem não receber apoio de investidores, não serem bem vistas por seus funcionários, não receberem apoio da comunidade em que atuam, dentre várias outras consequências.  

A aplicação dos conceitos ESG em sua empresa são essenciais para um futuro correto, sustentável e duradouro. 

Vamos saber mais sobre esse assunto?

O que é ESG

O termo Environmental, Social and Governance (ESG – sigla em inglês) ou Ambiental, Social e Governança (ASG — em português) está sendo bastante utilizado atualmente e se tornou uma forma de classificar ações que as empresas exercem em relação ao meio ambiente, comunidade que atuam, funcionários e até mesmo com seus clientes e parceiros de trabalho.

Cada um dos elementos – ambiental, social e governança – compreende uma série de critérios que podem ser considerados, seja por investidores, no momento de analisar um negócio, ou por empresas, que desejam adotar uma postura operacional mais amigável, sustentável e responsável frente à sociedade.

Os três pilares que movem a sigla ESG são:

Ambiental

Os critérios ambientais incluem o uso de fontes de energia renováveis pela empresa, implantação de programa de gestão de resíduos, questões de desmatamento (se aplicável) e sua atitude e ações em relação às questões de mudança climática. Outras possíveis questões ambientais incluem o fornecimento e uso de matéria-prima, por exemplo.

Social

Os aspectos sociais estão pautados na forma como a empresa se relaciona com seus funcionários, parceiros e investidores. Outros pontos importantes são o respeito aos direitos humanos e às leis trabalhistas, diversidade da equipe e segurança no trabalho.

Governança

Governança no contexto ESG está relacionado a como uma empresa é administrada por seus gestores e diretores. O pilar da governança deve levar em conta os interesses de todas as partes envolvidas, seja diretores, investidores, fornecedores ou clientes.

Por que se adequar ao ESG

De acordo com a XP Investimentos, nos últimos anos, cada vez mais investidores estão colocando o conceito de “investimentos responsáveis“ como fator decisivo na alocação de recursos e a tendência é que esse movimento se torne uma prática comum nos próximos anos. 

Na perspectiva de investidores, empresas que são bem avaliadas no ESG se tornam ainda mais importantes para a destinação de investimentos.

Ainda segundo a XP, os investimentos responsáveis tem ganhado força gradualmente em todo o mundo nos últimos dois anos – globalmente mais de US$35,3 trilhões em investimentos são administrados por fundos institucionais que definiram estratégias sustentáveis, o que representa ~36% do total de ativos sob gestão no mundo.

Quando se trata do Brasil, ainda há muito a ser feito, porém desde julho de 2020 foi possível notar uma mudança (Figura 1), uma aceleração significativa na busca por investimentos ESG.

Figura 1: Busca pelo termo ESG no Google Brasil (jan/2020 – fev/2022). Fonte: Google Trends

ESG na mineração 

Em 2019 o Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM) e representantes do setor mineral se reuniram para promover uma transformação da indústria da mineração, assim como discutir pautas relacionadas à sustentabilidade e ao meio ambiente.

Após amplo debate, foi criada a agenda ESG da Mineração do Brasil, o documento estabelece pilares de ações a serem adotadas pelas mineradoras para melhorar seus indicadores.

A agenda ESG da mineração prevê melhorar indicadores em 12 áreas, são elas:

  1. Segurança operacional;
  2. Barragens e estruturas de disposição de rejeitos; 
  3. Saúde e segurança ocupacional; 
  4. Mitigação de impactos ambientais;
  5. Desenvolvimento local e futuro dos territórios; 
  6. Relacionamento com comunidades; 
  7. Comunicação e reputação; 
  8. Diversidade e inclusão;
  9. Inovação;
  10. Água;
  11. Energia;
  12. Gestão de resíduos.

De acordo com o IBRAM, a Mineração é o primeiro setor que lança uma ampla agenda ESG, sendo uma demonstração muito forte dos compromissos que o setor tem com as novas posturas que o mundo está demandando.

As ações e resultados conquistados até o momento pela agenda ESG da mineração serão apresentados na Exposibram 2022.

Iniciativas ESG no setor mineral

Em meio a necessidade de mudanças, empresas do setor mineral vêm desenvolvendo projetos que se adequam aos pilares ESG.

Conheça algumas iniciativas ESG no setor mineral:

  • Ferbasa: desde 1975 conta com a Fundação José Carvalho para cuidar das pessoas. Líder na produção de ferroligas, a companhia mantém seis escolas em quatro municípios, o que beneficia mais de 3.500 alunos;
  • Mineração Caraíba: desenvolve programas voltados à produtividade de pequenos agricultores, promoção da educação e formação profissional, além do acesso à água potável;
  • Yamana Gold: mantém o Instituto Yamana de Desenvolvimento Socioambiental, desenvolveu uma usina de compostagem em parceria com a cooperativa Recicla Jacobina;
  • Atlantic Nickel: preserva 750 hectares de Mata Atlântica e mantém um viveiro que já produziu mais de 56 mil mudas para replantio;
  • Vanádio de Maracás: fornece equipamentos e insumos para o projeto Mulheres Ativas, o qual beneficia 110 mulheres com oficinas de saboaria artesanal, além de curso de corte e costura gratuitos;

Core Case – uma empresa que apoia e se adequa aos pilares ESG


Desde o momento da sua concepção, a Core Case carrega consigo os pilares ESG. A empresa nasceu com o objetivo de produzir cases para armazenamento de testemunhos de sondagem em plástico 100% reciclado. Essa meta foi atingida e ao longo dos 10 anos de história a Core Case se tornou referência no Brasil. Veja alguns números:

Além dos cases sustentáveis para testemunhos de sondagem, a Core Case desenvolve ações que favorecem o desenvolvimento de projetos ligados à governança corporativa, sustentabilidade ambiental e social. Confira abaixo alguns projetos e iniciativas da empresa:

MEIO AMBIENTE

– Produtos feitos com matéria-prima 100% reciclada e reciclável;

– Desmatamento zero;

Projeto We Nature (Praia Limpa);

– Eco Bus Store;

– Produtos Core Case Collection com baixo impacto ambiental na produção;

– Certificação Lixo Zero.

SOCIAL

– Campanhas com engajamento social sempre presentes e com o envolvimento de outras instituições locais para o melhor aproveitamento das ações;

– Agasalho do Bem. Incentivo à troca de um produto usado por um novo com desconto;

– Projeto Praia Limpa. Introdução à comunidade local de cada região para o recolhimento de lixo e educação ambiental.

GOVERNANÇA

– Comprometimento com todos os stakeholders (fornecedores, clientes, comunidade, etc.);

– Manuais de uso de produto para melhor ergonomia aos usuários;

– Padronização da produção (ISO 9001) e dos procedimentos operacionais;

– Transparência, legalidade e responsabilidade fiscal em todas as esferas do negócio.

Apoie projetos, empresas e iniciativas que possuem em sua essência os pilares ESG.

Se quiser saber mais sobre a atuação da Core Case, entre em contato conosco.

O protagonismo da Mineração Brasileira na implementação das práticas ESG pode contribuir de forma significativa para um aumento da visibilidade e aceitação do setor que, apesar de tão relevante, ainda é bastante criticado pela sociedade.


Referências: 

XP Expert. https://conteudos.xpi.com.br/esg/esg-de-a-a-z-tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-o-tema/#:~:text=Tr%C3%AAs%20principais%20raz%C3%B5es%20do%20porqu%C3%AA,sido%20um%20sinal%20particularmente%20eficaz 

Forbes. https://www.forbes.com/advisor/investing/esg-investing/

IBRAM. https://portaldamineracao.com.br/o-que-e-esg-da-mineracao/

IBRAM. https://ibram.org.br/noticia/esg-pavimentar-mineracao-do-futuro/

Correio 24 Horas. https://www.correio24horas.com.br/noticia/nid/iniciativas-inspiradoras/ 

Core Case. https://corecase.com.br/pt/ 

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O que é sondagem e quais são os principais tipos

Para compreender o comportamento dos maciços naturais, são necessárias informações por meio de sondagens (amostragens e ensaios) que possibilitem a identificação dos diferentes tipos de solos/rochas e suas características mineralógicas, estruturais, de resistência mecânica e de permeabilidade.

A amostragem realizada deve representar o maciço natural investigado, permitindo a obtenção das informações geológicas e geotécnicas essenciais para a elaboração de um projeto.

Se você se interessa por esse assunto, continue lendo esse material, vamos abordar os seguintes tópicos:

  1. O que é Sondagem
  2. Tipos de Sondagens
  3. Como escolher o tipo de sondagem para seu projeto

Vamos lá?

O que é sondagem

A sondagem consiste na realização de furos no solo ou rocha, e a amostra/testemunho, produto gerado da sondagem, fornece informações sobre a região estudada. É uma etapa importantíssima para diversos projetos, sejam eles no ramo de construção civil, hidrologia, mineração ou geotecnia, por exemplo.

As sondagens são necessárias em:

  • Projetos para captação de água por meio de poços artesianos;
  • Construções que necessitam conhecer melhor o solo de uma região;
  • Estudos relacionados a petróleo e gás natural;
  • Pesquisa de depósitos minerais (greenfield ou brownfield);
  • Dentre outros.

Tipos de sondagem

Existem vários tipos de sondagens e cada uma delas possui uma função específica. 

Os principais tipos de sondagens são :

  • Sondagem a trado;
  • Sondagem à percussão SPT;
  • Sondagem rotativa;
  • Sondagem mista;
  • Sondagem geofísica;

Sondagem a Trado 

É um método de investigação que utiliza o trado como ferramenta de perfuração. O trado é um tipo de amostrador de solo constituído por lâminas cortantes, que podem ser compostas por duas peças, de forma convexa (trado concha) ou única, de forma helicoidal. 

Esse tipo de sondagem é bastante utilizada em obras de saneamento e de estradas.

Sondagem à percussão SPT

Também chamada de sondagem SPT (Standard Penetration Test), é um método de investigação de solo cujo avanço da perfuração é feito por meio de trado ou de lavagem, sendo utilizada a cravação de um amostrador para a medida de índices de resistência à penetração, obtenção de amostras, determinação do nível d’água e execução de vários ensaios in situ.

O número de golpes necessário para perfurar a rocha permite determinar a resistência do solo. Esse tipo de sondagem é bastante utilizada em obras de engenharia.

Sondagem Rotativa

Consiste no uso de um conjunto motomecanizado destinado à perfuração de maciços rochosos e obtenção de amostras de materiais rochosos com formato cilíndrico, chamadas de testemunho. Pode também amostrar solos e outros materiais.

Por meio da sondagem rotativa é possível atingir grandes profundidades em subsolo.

É um dos métodos mais utilizados para a qualificação de maciços rochosos.

Sondagem Mista

Sondagem mista, como o próprio nome já diz, é uma utilização conjunta da sondagem rotativa e sondagem SPT. É um método que utiliza a sondagem a percussão para o trecho em solo e a sondagem rotativa para o trecho em rocha.

Sondagem geofísica

Diferentemente das opções citadas anteriormente, a sondagem geofísica não retira amostras de solo ou rocha da área de estudo. Suas medições são indiretas através de  levantamentos e métodos sísmicos, elétricos, eletromagnéticos, potenciais (magnético e gravimétrico), radiométricos, geotérmicos etc.

Esse método pode ser utilizado para mineração, geotecnia e projetos de poços artesianos, por exemplo.

Como escolher o melhor método de sondagem

O tipo de sondagem a ser aplicado em seu projeto pode ser definido de acordo com diversos fatores, tais como:

  • Tipo de solo/rocha da região;
  • Infraestrutura do local, vias de acesso e acessibilidade;
  • Tipo de minério a ser estudado; 
  • Empresas atuantes na região de interesse;
  • Bibliografia disponível da área a ser desenvolvido o projeto;
Fonte: Core Case

Importante reforçar que as sondagens/amostras de solo devem ser armazenadas em locais seguros e livres de contaminação. Caso essa ação não seja executada da forma correta, todo o trabalho realizado anteriormente pode ser afetado.

As sondagens fornecem os dados básicos que irão alimentar concepções de obras, definição de fundações e de escavações subterrâneas e a céu aberto, ângulo de corte de taludes, custos das obras em diferentes etapas de projeto, cálculo de estabilidade, dimensionamentos de recuperação e remediação de terrenos contaminados etc. 

Portanto, são imprescindíveis para um projeto confiável e que preza pela qualidade dos dados gerados.
Conte com a Core Case, temos a solução ideal para te auxiliar no armazenamento de sondagens e amostras de solo do seu projeto.

REFERÊNCIAS

Manual de Sondagem – ABGE 2013

Tipos de sondagem de solo: qual a melhor metodologia para sua obra? Acesso em: https://blog.apl.eng.br/tipos-de-sondagem-de-solo-qual-a-melhor-metodologia-para-sua-obra/ 

Sondagem na Mineração. Acesso em: https://www.geoscan.com.br/blog/sondagem-na-mineracao/ 
Sondagem na Mineração: Métodos e Equipamentos. Acesso em: https://sagaconsultoria.com/sondagem-na-mineracao-metodos-e-equipamentos/

Para compreender o comportamento dos maciços naturais, são necessárias informações por meio de sondagens (amostragens e ensaios) que possibilitem a identificação dos diferentes tipos de solos/rochas e suas características mineralógicas, estruturais, de resistência mecânica e de permeabilidade.

A amostragem realizada deve representar o maciço natural investigado, permitindo a obtenção das informações geológicas e geotécnicas essenciais para a elaboração de um projeto.

Se você se interessa por esse assunto, continue lendo esse material, vamos abordar os seguintes tópicos:

  1. O que é Sondagem
  2. Tipos de Sondagens
  3. Como escolher o tipo de sondagem para seu projeto

Vamos lá?

O que é sondagem

A sondagem consiste na realização de furos no solo ou rocha, e a amostra/testemunho, produto gerado da sondagem, fornece informações sobre a região estudada. É uma etapa importantíssima para diversos projetos, sejam eles no ramo de construção civil, hidrologia, mineração ou geotecnia, por exemplo.

As sondagens são necessárias em:

  • Projetos para captação de água por meio de poços artesianos;
  • Construções que necessitam conhecer melhor o solo de uma região;
  • Estudos relacionados a petróleo e gás natural;
  • Pesquisa de depósitos minerais (greenfield ou brownfield);
  • Dentre outros.

Tipos de sondagem

Existem vários tipos de sondagens e cada uma delas possui uma função específica. 

Os principais tipos de sondagens são :

  • Sondagem a trado;
  • Sondagem à percussão SPT;
  • Sondagem rotativa;
  • Sondagem mista;
  • Sondagem geofísica;

Sondagem a Trado 

É um método de investigação que utiliza o trado como ferramenta de perfuração. O trado é um tipo de amostrador de solo constituído por lâminas cortantes, que podem ser compostas por duas peças, de forma convexa (trado concha) ou única, de forma helicoidal. 

Esse tipo de sondagem é bastante utilizada em obras de saneamento e de estradas.

Sondagem à percussão SPT

Também chamada de sondagem SPT (Standard Penetration Test), é um método de investigação de solo cujo avanço da perfuração é feito por meio de trado ou de lavagem, sendo utilizada a cravação de um amostrador para a medida de índices de resistência à penetração, obtenção de amostras, determinação do nível d’água e execução de vários ensaios in situ.

O número de golpes necessário para perfurar a rocha permite determinar a resistência do solo. Esse tipo de sondagem é bastante utilizada em obras de engenharia.

Sondagem Rotativa

Consiste no uso de um conjunto motomecanizado destinado à perfuração de maciços rochosos e obtenção de amostras de materiais rochosos com formato cilíndrico, chamadas de testemunho. Pode também amostrar solos e outros materiais.

Por meio da sondagem rotativa é possível atingir grandes profundidades em subsolo.

É um dos métodos mais utilizados para a qualificação de maciços rochosos.

Sondagem Mista

Sondagem mista, como o próprio nome já diz, é uma utilização conjunta da sondagem rotativa e sondagem SPT. É um método que utiliza a sondagem a percussão para o trecho em solo e a sondagem rotativa para o trecho em rocha.

Sondagem geofísica

Diferentemente das opções citadas anteriormente, a sondagem geofísica não retira amostras de solo ou rocha da área de estudo. Suas medições são indiretas através de  levantamentos e métodos sísmicos, elétricos, eletromagnéticos, potenciais (magnético e gravimétrico), radiométricos, geotérmicos etc.

Esse método pode ser utilizado para mineração, geotecnia e projetos de poços artesianos, por exemplo.

Como escolher o melhor método de sondagem

O tipo de sondagem a ser aplicado em seu projeto pode ser definido de acordo com diversos fatores, tais como:

  • Tipo de solo/rocha da região;
  • Infraestrutura do local, vias de acesso e acessibilidade;
  • Tipo de minério a ser estudado; 
  • Empresas atuantes na região de interesse;
  • Bibliografia disponível da área a ser desenvolvido o projeto;
Fonte: Core Case

Importante reforçar que as sondagens/amostras de solo devem ser armazenadas em locais seguros e livres de contaminação. Caso essa ação não seja executada da forma correta, todo o trabalho realizado anteriormente pode ser afetado.

As sondagens fornecem os dados básicos que irão alimentar concepções de obras, definição de fundações e de escavações subterrâneas e a céu aberto, ângulo de corte de taludes, custos das obras em diferentes etapas de projeto, cálculo de estabilidade, dimensionamentos de recuperação e remediação de terrenos contaminados etc. 

Portanto, são imprescindíveis para um projeto confiável e que preza pela qualidade dos dados gerados.
Conte com a Core Case, temos a solução ideal para te auxiliar no armazenamento de sondagens e amostras de solo do seu projeto.

REFERÊNCIAS

Manual de Sondagem – ABGE 2013

Tipos de sondagem de solo: qual a melhor metodologia para sua obra? Acesso em: https://blog.apl.eng.br/tipos-de-sondagem-de-solo-qual-a-melhor-metodologia-para-sua-obra/ 

Sondagem na Mineração. Acesso em: https://www.geoscan.com.br/blog/sondagem-na-mineracao/ 
Sondagem na Mineração: Métodos e Equipamentos. Acesso em: https://sagaconsultoria.com/sondagem-na-mineracao-metodos-e-equipamentos/

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Projeto We Nature recolhe 200 quilos de lixo na Praia de Atalaia

200 quilos de lixo em 150 metros

Esse foi o resultado da ação que foi executada nesta terça-feira (15) pela ONG Eco Local Brasil com apoio da  Instituto Itajaí Sustentável (INIS), equipe da Base de Remo e Preservação Marítima Ubaitaba e da Escola de Surf do Atalaia (ESA). Em um esforço de 2 horas de duração da equipe, apoiadores e voluntários, foi possível percorrer uma faixa de 150m da Baía em Itajaí, onde foram recolhidos aproximadamente 200 quilos de lixo.

Os resíduos recolhidos são plásticos, garrafas e isopor que boiam com facilidade e chegam às margens pelo mar e rio, e também muitos artigos de pesca, objetos e bitucas de cigarro deixados por pessoas que frequentam o local.

Nas áreas de difícil acesso foi possível coletar mais 50kg de lixo, resultado que só foi possível pelo o apoio da equipe da Base de Remo e Preservação Marítima Ubaitaba que utilizou a Canoa havaiana para retirar os resíduos.

Esta é mais uma ação do Projeto We Nature, que é realizado pela Core Case em parceria com a ONG Eco Local Brasil.

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Marco de Sondagem feito de resíduos recolhidos nas praias

Produto feito de lixo. Melhor ainda, retirado das praias.

O produto é um marco de sondagem para mineração. Normalmente é feito com concreto, pois deve ser resistente e bruto, como essa massa que é feita a partir de resíduos retirados das ações de limpeza de praia (Projeto We Nature da CORE CASE). As ações acontecem semanalmente. Em 2021 a soma de lixo recolhido resultou numa quantia de 43 toneladas.

O material usado é uma mistura de vários materiais que são triturados e fundidos numa massa super resistente que é moldada na forma do produto.

Conheça mais produtos dessa linha.

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César Cielo no ECO BUS STORE

Nosso campeão Olímpico no nosso Eco Bus Store.

A Eco Bus Store está na Praia Brava, em Itajaí (SC), é a primeira loja física da linha Collection da Core Case. O espaço funciona num ônibus modelo Ford B-700, que foi totalmente revitalizado e recebeu uma temática voltada à mineração e geologia, berço da marca. O espaço remete às expedições antigas de geólogos e a ligação entre exploração e responsabilidade com a natureza, um dos principais valores da Core Case. 

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