Core Case

Da universidade ao mercado: Core Case apoia o ensino prático no curso de Geologia da UFS

Campus da Universidade Federal de Sergipe. (Foto: Divulgação/ UFS).

Em parceria com a Universidade Federal de Sergipe (UFS), a Core Case destinou caixas Smart Cases e separadores de intervalo (Core Shocks) ao Laboratório de Descrição de Amostras de Rochas e Testemunhos de Sondagem (LDARTS), fortalecendo a formação de futuros geólogos com soluções modernas de acervo. Os materiais chegaram nesta segunda-feira (28/9), no campus da universidade, e foram recebidos sob a liderança do Prof. Joaquim Daniel, responsável por integrar as soluções à infraestrutura de ensino e pesquisa da instituição.

Os cases acoplam diferentes tipos de amostras da sondagem, como testemunho, britado, sedimento, calha, plugue/lateral, e polpa. (Foto: Divulgação / UFS).

Para atender às diferentes demandas de amostragem do curso, a doação contemplou mais de 600 caixas de testemunhos das linhas NQ, HQ, Petrocase e Chip,  acompanhadas dos separadores de intervalo (Core Shocks) e das tampas. Todo o lote foi entregue equipado com as TAGs adesivas Smart Case, permitindo que os alunos aprendam na prática a gerenciar e rastrear acervos geológicos digitalmente.

Modernização do acervo e impacto no dia a dia acadêmico

As soluções doadas foram incorporadas à litoteca do Laboratório de Descrição de Amostras de Rochas e Testemunhos de Sondagem (LDARTS) da UFS. A iniciativa tem como objetivos a substituição gradativa das antigas caixas de madeira, já desgastadas pelo tempo, e o apoio do material para disciplinas práticas.

Segundo o Prof. Joaquim Daniel, a melhoria estrutural reflete-se na qualidade do aprendizado dos estudantes e pesquisadores:

“O acervo é utilizado em cursos e treinamentos destinados tanto a estudantes em fases avançadas quanto a geólogos e profissionais da área, além de apoiar trabalhos de conclusão de curso, dissertações de mestrado e teses de doutorado. As caixas da Core Case representam, portanto, uma importante melhoria na organização e conservação do acervo e contribuem diretamente para a qualidade das atividades práticas.”

O Prof. Dr. Joaquim Daniel de Liz, docente de Geologia na UFS desde 2013 e doutor em Geociências pela UFRGS, coordena as atividades do LDARTS. (Foto: Divulgação / UFS).

Saiba como as caixas da Core Case garantem proteção e a organização adequada dos testemunhos geológicos.

Reduzindo a distância entre a sala de aula e a indústria mineral

A aproximação dos estudantes com soluções de padrão internacional durante a graduação acelera a adaptação dos formandos às exigências das grandes mineradoras. Em campanhas de exploração, os testemunhos constituem um dos principais patrimônios da pesquisa mineral, exigindo padronização e integridade.

Para o docente da UFS, vivenciar esse fluxo de organização do acervo prepara o estudante para a responsabilidade do mercado:

“É muito importante que a formação universitária aproxime o estudante, desde cedo, da realidade que encontrará no mercado de trabalho. O contato com equipamentos e materiais utilizados atualmente pela indústria mineral permite ao aluno desenvolver familiaridade com as rotinas e os padrões adotados profissionalmente.

As caixas foram adesivadas com a TAGs Smart Case, possibilitando a integração com um sistema próprio de controle e rastreabilidade das caixas (Foto: Divulgação / UFS).

Durante uma campanha de sondagem, o testemunho precisa ser adequadamente organizado, preservado, identificado, descrito e amostrado. Compreender todo esse fluxo faz parte da formação de um geólogo preparado. Ao utilizar soluções semelhantes às encontradas em projetos reais, reduzimos a distância entre a formação acadêmica e a prática profissional.”

A formação de um geólogo de excelência exige o equilíbrio entre a teoria acadêmica e a prática operacional enfrentada diariamente na indústria mineral. A Core Case busca ser aliada nessa prática.
(Foto: Divulgação / UFS).

Sinergia entre universidade e setor produtivo

A iniciativa da Core Case integra um compromisso contínuo em apoiar centros acadêmicos por todo o Brasil. O Prof. Joaquim Daniel, que atuou por anos no mercado de exploração mineral antes de se dedicar à docência, ressalta que essa cooperação gera benefícios mútuos:

“Minha trajetória profissional começou no setor mineral. Por essa experiência, conheço de perto a importância da aproximação entre as empresas e a universidade. No curso de Geologia da UFS, temos o diferencial de dedicar especial atenção à descrição de testemunhos na disciplina de Prospecção Mineral e em cursos anuais de capacitação.

Essa relação de cooperação é extremamente positiva: a universidade cumpre sua função de formar profissionais qualificados e produzir conhecimento, enquanto as empresas mantêm contato com as demandas do mercado. Iniciativas como a da Core Case proporcionam contato com materiais efetivamente utilizados pela indústria, melhoram a infraestrutura de ensino e aproximam as empresas do ambiente onde estão sendo formados seus futuros profissionais.”

Fundamentos para a era do ESG e da tecnologia

Em um cenário de rápida transformação digital e de exigência por práticas de governança e sustentabilidade na mineração, a tecnologia atua como aliada, mas não substitui a precisão da amostragem geológica. Ao deixar sua mensagem para os futuros geólogos, o professor reforça a relevância do rigor na coleta de dados:

“A mineração passa por uma transformação muito rápida com inteligência artificial, sensoriamento remoto e automação. Ao mesmo tempo, aspectos ambientais, sociais e de governança assumem importância crescente. Contudo, tudo começa com a aquisição de dados de qualidade: nenhuma tecnologia produz bons resultados se os dados de origem forem obtidos de maneira inadequada ou sem fundamentação geológica consistente.

Minha mensagem para os futuros geólogos é que procurem desenvolver simultaneamente três características: uma base técnica sólida, capacidade de adaptação às novas tecnologias e responsabilidade sobre as consequências de suas decisões. O profissional que conseguir integrar esses três aspectos estará preparado para enfrentar os desafios das próximas décadas.”

Leia mais sobre tecnologia na mineração.

De geólogo para futuros geólogos: a visão da Core Case

A iniciativa ganha um significado pessoal sob a ótica da liderança da Core Case. Para o diretor da empresa, Daniel Bortowski, geólogo de formação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), o apoio às universidades é uma forma de proporcionar às novas gerações as oportunidades práticas que eram raras no passado.

“Para mim, essa iniciativa tem um significado muito especial, tanto como geólogo quanto como diretor da Core Case. Quando fiz minha graduação, na segunda metade dos anos 1990, havia uma distância muito maior entre as empresas e a universidade. Tive pouquíssimo contato com testemunhos de sondagem durante a faculdade e só fui aprender a descrevê-los e trabalhar com esse tipo de material quando já estava atuando profissionalmente.

Modelo do Case HQ, Geração II, em uso. (Foto: Reprodução / Core Case).

Por isso, vejo um valor enorme em proporcionar aos estudantes esse contato ainda dentro da universidade. Nem todos terão a oportunidade de estagiar em uma mineradora durante a graduação, então tudo aquilo que conseguimos levar da realidade da indústria para o ambiente acadêmico faz diferença na formação desses futuros profissionais”, destaca Daniel.

A proposta da Core Case busca ir além do fornecimento de insumos, construindo parcerias contínuas que promovam o desenvolvimento técnico e a troca de conhecimento.

“Institucionalmente, é exatamente esse tipo de relação que queremos construir. Não queremos que nossa participação junto às universidades se limite à doação de caixas de testemunhos. Queremos contribuir com produtos, conhecimento, participação em eventos, seminários e outras iniciativas que aproximem a academia da indústria mineral. Ver nossas soluções na UFS apoiando o ensino é motivo de muita satisfação. De certa forma, estamos oferecendo aos estudantes de hoje algumas das experiências que eu gostaria de ter tido quando estava na universidade”, conclui o diretor.

Projetando um espaço modelo para a UFS

A entrega dos insumos é o ponto de partida para a estruturação de um espaço modelo de descrição e amostragem de testemunhos no Laboratório de Descrição de Amostras de Rochas e Testemunhos de Sondagem. O ambiente contará com um painel de divulgação para os apoiadores, funcionando como um projeto piloto a ser replicado em outros centros acadêmicos pelo Brasil.

Escopo do futuro projeto. (Foto: Reprodução / Core Case).

Conheça o Departamento de Geologia da Universidade Federal de Sergipe.

Sobre a Core Case

A Core Case é referência global no desenvolvimento de caixas de testemunhos e acessórios para amostragem geológica produzidos em plástico 100% reciclado. Além de oferecer produtos ergonômicos, duráveis e sustentáveis para o mercado mineral, a empresa investe continuamente no apoio a instituições de ensino e na formação das novas gerações da geologia brasileira.

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Promovido pela Brasil Mineral, o encontro discutiu desafios operacionais, atração de capitais e novos projetos na cadeia aurífera

Seminário em SP reúne executivos, investidores e mineradoras para debater o futuro e o boom do ouro no Brasil

Promovido pela Brasil Mineral, o encontro discutiu desafios operacionais, atração de capitais e novos projetos na cadeia aurífera

Mais de 140 executivos do setor mineral participaram do evento. Foto: Stefanne Senne.

SÃO PAULO (SP) – O avanço de novos projetos de mineração de ouro no Brasil e o aquecimento do mercado global deram o tom do seminário “Além das Onças – Presente e futuro dos projetos de ouro no Brasil”, promovido na terça-feira (22/9), pela Revista Brasil Mineral, no Auditório Mattos Filho. Patrocinadora Master do encontro, a Core Case marcou presença, reforçando não somente a importância dos fornecedores para a viabilidade técnica e agilidade produtiva, como também o papel das práticas socioambientais logo nas primeiras fases de pesquisa mineral.

A programação contou com painéis dedicados à viabilidade técnica dos projetos, ao surgimento de novos players no mercado aurífero e às diretrizes para a produção responsável. O evento encerrou-se com um debate sobre os caminhos para o financiamento de projetos de mineração do ouro em âmbito nacional e internacional.

Debates no Auditório Mattos Filho abordaram a atração de investimentos e o gargalo de mão de obra na mineração aurífera (Foto: Stefanne Senne / Brasil Mineral).

O otimismo do setor é impulsionado por números expressivos: segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM), o ouro manteve forte valorização no primeiro semestre de 2026 e respondeu por mais de R$ 25 bilhões do faturamento da mineração brasileira, representando 16,8% do faturamento do setor mineral no país. Durante a abertura, Gilberto Azevedo, vice-presidente de Novos Negócios da Kinross Brasil, reforçou que o tempo médio para abrir uma mina no Brasil é de 17,3 anos, prazo muito próximo das reservas globais (20 anos), o que aumenta a pressão por eficiência e agilidade na pesquisa geológica.

Os representantes comerciais da Core Case no Brasil, Edson Onofri e Pedro Onofri, acompanhados do vice-presidente de Sustentabilidade e Assuntos Corporativos da AngloGold Ashanti Brasil, Othon de Villefort Maia, durante o seminário (Foto: Divulgação / Core Case).

Em um cenário onde fundos de investimento e mineradoras globais exigem rigor técnico e mitigação de riscos, a preservação do acervo de sondagem ganha papel estratégico, conforme destacado no painel “Da prospecção à mina: viabilidade técnica e investimento”. A conservação adequada do testemunho de sondagem é fundamental para comprovar a viabilidade das onças de ouro, justificando aportes financeiros para a expansão brownfield, que tem sido o principal foco das novas mineradoras participantes do painel “Novos players em ouro no Brasil”.

Edson Onofri, representante comercial da Core Case no Brasil e atuante no mercado da mineração há mais de 30 anos, explica que a segurança do ativo começa no campo, na fase da exploração geológica. “O testemunho é o maior patrimônio de uma pesquisa; mantê-lo protegido contra degradação garante a auditabilidade e a rastreabilidade do acervo por décadas. A Core Case atua como aliada da mineração nesse processo, assegurando que o dado geológico permaneça íntegro para dar suporte às decisões de investimento.” A tecnologia Smart Case, desenvolvida pela Core Case, une caixas de alta resistência e durabilidade com um sistema de identificação e controle dos testemunhos armazenados nos galpões, otimizando o trabalho das equipes de geologia.

Saiba mais sobre a tecnologia Smart Case.

O boom do ouro também representou avanços no desenvolvimento sustentável da cadeia produtiva. As metas e desafios dentro do setor de ESG – Environmental, Social and Governance (Ambiental, Social e Governança) das empresas foram debatidas no painel “Ouro responsável e tendências para os próximos anos”.

Equipe da Core Case Brasil com a jornalista Mara Fornari e a publicitária Marta Camargo (Foto: Stefanne Senne / Brasil Mineral).

“O debate sobre o ouro responsável no Brasil passa diretamente pela transparência em todas as pontas do processo”, avalia Edson Onofri. “Hoje, as medidas ambientais devem caminhar junto com a etapa de prospecção. Quando as mineradoras e as empresas prestadoras de serviço de sondagem substituem as caixas de testemunhos de madeira, até 15 anos atrás muito usadas na mineração brasileira, por caixas de testemunho em plástico 100% reciclado da Core Case, reduz-se drasticamente a pegada de carbono, contribuindo para que as empresas cumpram com suas metas ambientais.”

Core Case e a sustentabilidade na pesquisa mineral.

O encontro reuniu executivos e lideranças de grande relevância no setor, incluindo painelistas e debatedores de empresas e instituições como AngloGold Ashanti, Brinks, Coogavepe (Cooperativa dos Garimpeiros do Vale do Rio Peixoto), Ero Brasil, Geofocus, GMining Ventures, Grupo Geopar, Hochschild Mining Brasil, Integratio, Kinross Brasil, MID Infraestrutura, PA Gold, Pan American Silver e XP Investimentos, além de investidores e executivos do escritório Mattos Filho.

Bastidores do seminário “Além das Onças”: representantes da Core Case, Edson Onofri e Pedro Onofri, ao lado da equipe e organizadores da Revista Brasil Mineral. (Foto: Stefanne Senne / Brasil Mineral).

Confira mais fotos do evento.

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ISO 14001 na Core Case: 16 anos de prática, agora com selo internacional

A conquista chegou no dia 17 de maio de 2026, primeiro dia da XII SIMEXMIN, em Ouro Preto.

Quando a Core Case foi fundada, em 2010, a decisão pelo polipropileno reciclado em vez da madeira já era uma escolha pública. Por dezesseis anos, essa escolha guiou cada caixa fabricada, cada parceria e cada centímetro quadrado da operação. Em 17 de maio de 2026, primeiro dia da XII SIMEXMIN, em Ouro Preto, esse compromisso ganhou o reconhecimento formal de uma das certificações mais reconhecidas do mundo em gestão ambiental: a ISO 14001.

O que é a ISO 14001?

A ISO 14001 é a norma internacional que define os requisitos de um Sistema de Gestão Ambiental. Publicada pela Organização Internacional de Normalização (ISO) e atualizada em 2015, é a referência global em gestão ambiental sistematizada. A norma exige que a organização identifique seus impactos ambientais, planeje ações concretas para reduzi-los, monitore os resultados e melhore continuamente o processo.

Em vez de um certificado pontual, a ISO 14001 atesta um sistema vivo, auditável e exigente, com responsabilidade da liderança e cadeia de valor inteira sob o mesmo critério. É amplamente exigida em cadeias de fornecimento de setores como mineração, energia, indústria pesada e infraestrutura.

Por que a certificação importa para a Core Case

Para a Core Case, a ISO 14001 não foi ponto de partida. Foi reconhecimento de um percurso. A certificação valida, sob auditoria externa internacionalmente reconhecida, que o jeito de operar da marca, construído desde 2010, atende aos requisitos mais exigentes do mundo em gestão ambiental.

Na prática, a ISO 14001 organiza ainda mais a forma como o compromisso ambiental se traduz em cada processo da empresa: da fabricação ao transporte, da escolha de fornecedores às parcerias com mineradoras. Cada etapa passa a estar sob um sistema de medição contínua, com metas, indicadores e auditoria periódica.

E posiciona a Core Case como parte da transformação que a mineração global vive hoje: a transição para uma indústria que não apenas extrai, mas extrai com responsabilidade.

Por que a certificação importa para os clientes da Core Case

Quando uma mineradora escolhe a Core Case como fornecedora de soluções de armazenamento de testemunhos, ela passa a contar com um elo na cadeia que tem o mesmo padrão internacional que ela própria precisa cumprir.

Isso facilita o compliance ambiental em licitações e contratos, fortalece o reporte ESG da própria mineradora, atende exigências de auditoria de stakeholders e investidores, e reduz risco reputacional na cadeia de fornecimento. Em um setor em que cada elo da cadeia conta no relatório de sustentabilidade do cliente final, ter um fornecedor ISO 14001 é vantagem operacional e financeira.

E sinaliza algo importante para quem está em campo: a caixa que carrega o testemunho foi produzida sob um sistema de gestão que respeita o mesmo planeta que a operação dela explora.

ESG desde o princípio. Agora, com selo.

A ISO 14001 não é o fim. É reconhecimento de uma trajetória de dezesseis anos e ponto de partida para a próxima etapa. A Core Case segue desenvolvendo materiais, ampliando parcerias internacionais e investindo em tecnologias como o Smart Case, com rastreabilidade via RFID. Sempre dentro do mesmo princípio que move a marca desde 2010: produto que respeita quem está em campo e respeita o lugar de onde a operação extrai.

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PDAC 2026: Quando a Nostalgia Encontra o Futuro da Mineração em Toronto

O PDAC 2026 em Toronto reafirmou sua posição como o epicentro da mineração mundial, e a Core Case marcou presença com uma participação inusitada no Metro Toronto Convention Centre (MTCC). Dividimos nossa operação em dois polos estratégicos para demonstrar como a tecnologia, a nostalgia e a robustez bruta caminham juntas na evolução do setor.


Confira os detalhes da nossa jornada nos dois pavilhões do evento:

North Building: O fenômeno “BACK TO THE CORE” e a conexão com o futuro.

No North Building, a nostalgia tomou conta do pavilhão com a nossa campanha BACK TO THE CORE. A presença do icônico DeLorean DMC-12 foi um verdadeiro fenômeno: visitantes de todas as gerações e de diversos países pararam para fotos, atraídos pela memória afetiva de uma era que imaginava o futuro. O carro não foi apenas um elemento visual, mas um conector  de geólogos, executivos e estudantes ao propósito da Core Case.

Essa conexão emocional abriu espaço para conversas profundas sobre a realidade tecnológica que a Core Case já entrega hoje. Demonstramos como a Smart Case transforma o armazenamento de testemunhos em um processo digital e inteligente. Com QR Code e RFID integrados, nossas caixas permitem o controle total desde a extração até a litoteca, eliminando erros manuais e garantindo a segurança dos dados e a rastreabilidade. Fabricadas com 100% de plástico reciclado, essas soluções provam que a eficiência operacional e o compromisso ESG são realidades indissociáveis na mineração moderna.

No vídeo, há uma conexão com o filme Back to the Future. O menino, que brincava próximo à praça de sondagem onde o pai trabalhava duro organizando caixas de madeira, cresceu observando aquela rotina todos os dias.

Inspirado por essa vivência, como se quisesse voltar no tempo e transformar aquela realidade, nasceu nele a ideia de mudar o futuro do armazenamento de testemunhos de sondagem. Foi assim que decidiu seguir esse caminho, se tornou geólogo e desenvolveu um dos cases mais tecnológicos e sustentáveis do mundo.

South Building: ABITIBI Series — A força bruta para os desafios reais do campo

Se o North Building representava a conexão, nosso estande no South Building era a ênfase na durabilidade e resistência para as operações de sondagem mais extremas do planeta.

Apresentamos a ABITIBI Series, em homenagem a região do Green Belt no Canadá, como a nossa resposta definitiva para quem opera em ambientes inóspitos. Projetada para uma robustez inabalável, ela suporta variações térmicas de -40ºC* a +50ºC, garantindo a integridade dos testemunhos de sondagem onde a madeira falha. A ABITIBI substitui com superioridade técnica as tradicionais caixas de madeira, que sofrem com a umidade e a degradação acelerada em climas severos. Mesmo com seu foco em resistência extrema, a ABITIBI mantém o DNA tecnológico da Core Case, sendo totalmente compatível com o sistema Smart Case para garantir que a durabilidade física venha acompanhada de rastreabilidade total.

SMART CASE

Ambos os espaços apresentaram o Smart Case GII: no south, com a Série ABITIBI, a caixa de testemunhos mais resistente da Core Case; e no north, com o GII Smart Case. Todas as caixas de testemunhos da Core Case podem ser atualizadas para Smart Case, garantindo rastreabilidade completa das amostras de testemunho de sondagem.

O Legado da Core Case no PDAC 2026

Nossa participação em Toronto demonstrou que o futuro da mineração exige soluções que sejam ao mesmo tempo inteligentes e resilientes. Seja por meio da conexão emocional e digital no North Building, seja superando limites geográficos com a ABITIBI no South Building, a Core Case continua liderando a transformação do setor com tecnologia, durabilidade e ergonomia.

Impulsionada pela dedicação e pela expertise técnica da nossa equipe, a Core Case alcançou sucesso na PDAC 2026. Parceiros e visitantes de todo o mundo foram recebidos. No North Building, Vanessa, Marcéu e Eduardo lideraram a experiência BACK TO THE CORE.

Eduardo Rosário, Vanessa Engelke and Marcéu Barreto

No South Building, Adriano Schwab e Kevin Palmer conduziram demonstrações da Série ABITIBI, detalhando o desempenho técnico da linha Geração II nos ambientes mais adversos.

Adriano Schwab
Kevin Palmer, Daniel Bortowski, Flávio Ramos e Eduardo Rosário

A operação foi guiada pela liderança estratégica dos fundadores da Core Case, Flávio e Daniel, que circularam entre ambos os pavilhões, reforçando o compromisso da equipe executiva com a inovação e o engajamento direto com o mercado global.

Daniel Bortowski e Flávio Ramos

Agradecemos a cada um deles por compartilhar sua expertise e por representar com excelência a missão da Core Case em Toronto.

Agradecemos a todos os parceiros e visitantes que fizeram de nossos estandes um dos destaques mais comentados do evento. O futuro do armazenamento de testemunhos de sondagem já é realidade e oferece vantagens concretas para geólogos em toda a indústria.

Observação: Submetemos nossas bandejas a temperaturas de -40°C a +50°C por 24 horas. Programa de validação de desempenho a -40°C em andamento.*

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2026: Florestas ou caixas de testemunho de madeira?

Essa imagem dói e ela precisa doer.

De um lado, a vida pulsa. Um ecossistema completo, com árvores que levaram décadas para crescer, servindo de lar para incontáveis espécies. Do outro, o resultado frio e silencioso de uma escolha: pilhas de madeira e um vazio onde antes havia floresta.

Quando falamos em substituir caixas de madeira por soluções sustentáveis, não estamos falando de uma “frescurinha” de marketing verde ou de uma tendência passageira. Estamos falando sobre a imagem acima. Sobre árvores no chão, animais sem habitat e o peso de uma indústria que, em pleno 2025, ainda trata florestas como matéria-prima descartável.

A mineração, por sua natureza, já carrega um imenso passivo ambiental. É uma atividade de impacto, e todos no setor sabem disso. É exatamente por isso que a agenda ESG (Environmental, Social, and Governance) se tornou um pilar de sobrevivência, reputação e viabilidade a longo prazo.

Então, como justificar que, enquanto investimos milhões em tecnologias de mitigação de impacto e relatórios de sustentabilidade, continuamos a usar o método mais arcaico e destrutivo para uma tarefa tão fundamental como o armazenamento de testemunhos de sondagem?

Continuar usando caixas de madeira em 2026, é escolher deliberadamente manter um problema que já tem uma solução superior, mais inteligente e, acima de tudo, mais responsável.

É fechar os olhos para a imagem que dói.

O futuro do armazenamento é reciclado, resistente e inteligente.

A resposta para esse dilema não é uma promessa distante. Ela já existe e está transformando a operação de empresas que decidiram olhar para o futuro.

A Core Case nasceu de uma inquietação: era inaceitável que a indústria da mineração, tão focada em dados e geologia, dependesse de um material frágil, suscetível a pragas, umidade e que, em sua essência, representa a destruição de biomas.

Nossas caixas são produzidas com polipropileno (PP) 100% reciclado. Isso significa que:

  • Nenhuma árvore nova é derrubada. Reaproveitamos um material que já está no ciclo produtivo, diminuindo a pressão sobre os recursos naturais.
  • A durabilidade é incomparável. Nossas caixas resistem a umidade, variações de temperatura e impactos, protegendo os testemunhos, o ativo mais valioso da sondagem, por muito mais tempo.
  • A eficiência operacional aumenta. São mais leves, fáceis de manusear e empilháveis com segurança, otimizando espaço e logística.

Só em 2025, a adoção das soluções Core Case foi responsável por preservar o equivalente a 16.000 árvores. Pense nisso, são hectares de floresta que continuam de pé, abrigando vida, porque empresas tomaram a decisão de evoluir.

A escolha é sua e o futuro está olhando.

Se a sua operação ainda utiliza caixas de madeira, a pergunta que fica é dolorosamente simples: faz sentido derrubar uma floresta para guardar fragmentos de rocha?

Em uma era onde cada decisão corporativa é minuciosamente analisada por investidores, clientes e pela sociedade, persistir no uso de caixas de madeira é uma mancha na credibilidade ESG. É fingir que uma parte crítica do problema, a da sua própria operação, não existe.

2026 está logo ali e representa um novo ciclo de metas, cobranças e responsabilidades.

A questão final não é se a sua empresa vai parar de usar caixas de madeira, mas quando. E se a resposta não for “agora”, você estará escolhendo conscientemente o lado da destruição na imagem que tanto dói.

A Core Case está pronta para mover sua empresa para o lado da floresta em pé. Fale com um de nossos especialistas e lidere a transformação.

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Core Shock: organização e precisão em cada intervalo

O Core Shock é o sistema exclusivo da Core Case para separação de intervalos em testemunhos de sondagem. Desenvolvido em material resistente, ele garante encaixe rápido, seguro e intuitivo, eliminando de vez o uso de blocos de madeira e soluções improvisadas.

Os blocos de madeira usados tradicionalmente como separadores apresentam um problema crítico: com o tempo, podem apodrecer, se desgastar e perder legibilidade. Esse desgaste compromete a confiabilidade dos registros e coloca em risco a precisão das informações de sondagem. O Core Shock resolve essa fragilidade ao oferecer separadores produzidos no mesmo material resistente das caixas, garantindo durabilidade e segurança dos dados em qualquer condição de campo.

Cada separador pode receber marcações feitas manualmente, utilizando canetões, como a nossa Core Marker ou impressões diretas, via Core Case Tech.

Estas são facilidades pensadas pela Core Case que permitem registrar dados de forma clara e duradoura, assegurando padronização, rastreabilidade e evitando a perda de informações essenciais ao longo do tempo.

Disponível em versões adaptadas para cada tipo de caixa, o Core Shock mantém os dados estáveis e organizados dentro do fluxo de trabalho, oferecendo mais confiabilidade para geólogos e equipes de campo.

Core Shock é eficiência aplicada à sondagem: informação preservada, operação padronizada e resultados mais seguros.

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O resgate dos 33 mineiros no Chile: como uma perfuratriz canadense virou símbolo de salvação

Em 5 de agosto de 2010, o colapso de uma mina no deserto do Atacama, no norte do Chile, deu início a um dos episódios mais dramáticos e emblemáticos da história da mineração moderna. A mina San José, que extraía ouro e cobre, desabou, deixando 33 mineiros presos a cerca de 700 metros de profundidade, em condições extremas, sem comunicação com a superfície e com um risco constante de novos desmoronamentos.

Por desierto_atacama - Mina San JosèUploaded by Diego Grez, CC BY-SA 2.0

Durante os primeiros 17 dias, não havia qualquer certeza sobre a sobrevivência do grupo. A única esperança estava nas perfurações que tentavam localizar a câmara de emergência, onde os trabalhadores poderiam ter buscado abrigo.

Foi nesse momento crítico que a história deu sua primeira virada: uma das sondas de busca atingiu a câmara. Quando foi puxada de volta à superfície, trazia uma pequena mensagem, escrita com letras vermelhas e fita adesiva:

“Estamos bien en el refugio, los 33” (“Estamos bem no abrigo, os 33”)

Por Gobierno de Chile - Presidente de la República en Mina San José, CC BY 2.0

A frase correu o mundo. Era o sinal de que todos estavam vivos. Mas, ao mesmo tempo, significava que o verdadeiro desafio começava ali: como resgatar 33 pessoas soterradas àquela profundidade?

O governo chileno, com apoio de especialistas internacionais, traçou três estratégias paralelas para tentar chegar até os mineiros com segurança. Nasceram os Planos A, B e C:

• Plano A: usava a infraestrutura já existente na mina para tentar abrir um túnel de escape, mas era um plano lento e instável.

• Plano B: apostava em uma perfuratriz inclinada, mais rápida, mas com risco estrutural elevado.

• Plano C: o mais ousado e direto. Consistia em perfurar verticalmente, desde a superfície até o abrigo dos mineiros, com um equipamento do setor petrolífero, operado pela empresa canadense Precision Drilling Corporation.

O equipamento utilizado, chamado Rig 421, havia sido desenvolvido para perfurações profundas na exploração de petróleo. Seu uso em uma missão de resgate humano era inédito. A robustez e a estabilidade da sonda, no entanto, foram determinantes para o sucesso da operação.

Após semanas de trabalho técnico delicado, com apoio da NASA, da Marinha Chilena e de engenheiros de diversos países, o túnel vertical do Plano C chegou à câmara de refúgio no dia 9 de outubro. A partir daí, foi possível instalar a cápsula Fênix 2, feita sob medida para subir e descer pelo túnel com segurança, içando cada mineiro à superfície.

 
Por Gobierno de Chile - originally posted to Flickr as 12.10.10 Primera prueba de la cápsula, CC BY 2.0

 O resgate teve início em 12 de outubro e atravessou a madrugada até o dia seguinte. Um a um, os 33 trabalhadores foram retirados. Alguns sorriam, outros choravam, Mas todos voltaram à superfície com vida depois de 69 dias no subsolo.

O mundo assistiu a um feito que uniu tecnologia, estratégia e cooperação internacional.

Por Gobierno de Chile - 13.10.10 Edison Peña, CC BY 2.0

O legado do Plano C

 O sucesso do Plano C mostrou algo fundamental: em operações de alto risco, ter alternativas é necessário. A escolha de usar uma perfuratriz de petróleo, mesmo sendo fora do comum, foi o diferencial técnico que salvou vidas. A precisão da Rig 421, combinada com o planejamento conjunto, tornou possível o que muitos consideravam improvável.

Engenheiros, técnicos, mineradores, gestores, forças armadas e cientistas de diferentes países estiveram unidos por uma única missão: salvar vidas.

A operação de resgate dos mineiros chilenos foi uma demonstração do que é possível alcançar quando conhecimento, coragem e cooperação trabalham lado a lado.

Essa história é, acima de tudo, um exemplo de como a tecnologia, quando aplicada com ousadia e responsabilidade, pode ultrapassar seus próprios limites. Nossa admiração a todos os envolvidos. 

Hugo Infante/Government of Chile, CC BY 2.0

Referências

1. DMT Group. The Rescue of the 33 Chilean Miners: A Story of Courage and Triumph. Disponível em: https://www.dmt-group.com.br/en/blog/mining/details/article/the-rescue-of-the-33-chilean-miners-a-story-of-courage-and-triumph. Acesso em: agosto de 2025.

2. Wikipedia. 2010 Copiapó mining accident. Disponível em: https://en.wikipedia.org/wiki/2010_Copiap%C3%B3_mining_accident. Acesso em: agosto de 2025.

3. Wikipedia. Fénix capsules. Disponível em: https://en.wikipedia.org/wiki/F%C3%A9nix_capsules. Acesso em: agosto de 2025.

4. NPR. The Incredible Story Of Chilean Miners Rescued From The ‘Deep Down Dark’. Disponível em: https://www.npr.org/2014/10/29/359839104/the-incredible-story-of-chilean-miners-rescued-from-the-deep-down-dark. Acesso em: agosto de 2025.

5. Smithsonian Magazine. The Capsule That Saved the Chilean Miners. Disponível em: https://www.smithsonianmag.com/innovation/the-capsule-that-saved-the-chilean-miners-5620851. Acesso em: agosto de 2025.

6. Wikipedia. The 33 (film). Disponível em: https://en.wikipedia.org/wiki/The_33. Acesso em: agosto de 2025.

7. HBS Alumni Bulletin. Crisis Management: Chilean Mine Rescue Case Summary. Disponível em: https://www.alumni.hbs.edu/Documents/events/HBS-ALUMNI-Crisis-Mgmt_5_Chilean-Mining-Rescue-and-Summary.pdf. Acesso em: agosto de 2025.

A utilização das caixas de madeira para transporte e acondicionamento de testemunhos de sondagem diamantada trazia dificuldades operacionais, comuns em muitas empresas do ramo de mineração. Para oferecer uma nova alternativa ao mercado e sanar este problema, a Core Case desenvolveu soluções e produtos plásticos com a mesma finalidade, mas trazendo grandes vantagens. Os cases e acessórios Core Case são produzidos em plástico 100% reciclado e reciclável (Polipropileno – PP), têm formato ergonômico, são resistentes, leves e fáceis de transportar, além de serem mais duráveis que as caixas de madeira e de outros materiais.

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1º Workshop Core Case – fortalecer o presente e projetar o futuro

1º dia de Workshop – Planejamento

Vivemos um momento inesquecível na trajetória da Core Case. Realizamos nosso primeiro workshop, criado a partir da necessidade de reunir, pela primeira vez, todos os nossos colaboradores vindos de diferentes cantos do mapa. Estratégia, expansão de mercado, melhorias de produto e reforço da qualidade estiveram no centro das discussões.

Tivemos também uma mentoria especial com Magda de Paula, que conduziu dinâmicas promovendo integração, escuta e colaboração. Um momento de fortalecimento da equipe.

Além de um momento de alinhamento, essa foi uma celebração dos nossos 15 anos de empresa, marcados por crescimento, inovação e relações humanas.

2º Dia — Amyr Klink – Explorando novos horizontes: liderança, resiliência e desafios.

No segundo dia, fomos profundamente impactados pela palestra do navegador e empreendedor Amyr Klink. Conhecido por atravessar o Atlântico Sul sozinho em um barco a remo e por suas expedições à Antártica, Amyr construiu uma trajetória movida por planejamento meticuloso, coragem e disciplina. Suas histórias nos lembraram da importância de sonhar grande, planejar com precisão e agir com determinação. Sua visão sobre riscos, tomada de decisão e trabalho em equipe trouxe aprendizados valiosos para o nosso dia a dia.

Foi uma honra compartilhar este momento com nossos colaboradores, clientes, Stakeholders, amigos e incentivadores do nosso negócio.

A noite seguiu com momentos de descontração, comemoração, entretenimento e muito rock, celebrando as conquistas e recarregando energias para os próximos desafios.

Encerramos nossa jornada com a participação na Brasmin no terceiro dia , um dos eventos mais relevantes da mineração no Brasil. Estar presente, mais uma vez, nesse espaço de inovação e troca com os principais nomes do setor reforça nosso compromisso com o desenvolvimento sustentável, a evolução tecnológica e a excelência nas soluções que oferecemos.

Vivemos sobre as rochas, e é nelas que construímos nosso futuro

We live on the rocks.

 Durante três dias, essa frase ganhou corpo, presença e significado. 

Reunimos pessoas de muitos lugares. Pessoas que estavam lá desde o início, outras que chegaram depois, mas todas que carregam a essência daquilo que somos. Estavam conosco colaboradores, clientes, familiares, parceiros e amigos, todos que, de algum modo, contribuíram para que chegássemos até aqui.

No palco, um navegador que atravessou o oceano sozinho e, diante dele, uma sala cheia de pessoas que, dia após dia, constroem uma travessia em conjunto. As falas do Amyr nos lembraram que, com coragem, planejamento e dedicação, é possível enfrentar até o mar mais incerto. Mas também nos fez perceber que há um valor imenso em dividir o caminho com quem importa, porque conquistar é bom, mas conquistar ao lado é melhor.

Celebrar os 15 anos da Core Case nestes dias foi um gesto de coerência com tudo o que acreditamos. A mineração nos ensinou a respeitar o tempo, o terreno e o trabalho invisível e nosso workshop nos lembrou que o mesmo cuidado vale para as relações.

Seguimos sobre as rochas, não porque elas sejam estáticas, mas porque nos dão firmeza para continuar.

+ Confira o video de todo o Workshop:

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[Core Case Lab] Caixas Core Case para mineração içadas por helicóptero.

Teste: Thunder Bay – Canadá

 

Em áreas remotas e de difícil acesso, o transporte de testemunhos de sondagem por helicóptero é uma necessidade constante nas operações de mineração. Pensando nisso, realizamos um teste em voo real com nossas caixas de testemunho, comparando diretamente seu desempenho com as tradicionais caixas de madeira, ainda amplamente utilizadas em operações de campo.

O resultado foi claro: as caixas Core Case apresentaram empilhamento perfeito, maior estabilidade no transporte aéreo e um peso significativamente menor. Isso se traduziu em mais caixas por voo, maior agilidade na preparação da carga e mais segurança para todos os envolvidos. Geólogos, operadores e pilotos notaram a diferença prática já nos primeiros minutos de operação.

Durante o teste, as caixas de madeira foram carregadas com a quantidade recomendada pelos próprios pilotos, seguindo todas as diretrizes técnicas e operacionais. Nessas condições, o helicóptero conseguiu içar, em média, 56 caixas de madeira por voo. Com as caixas Core Case, conseguimos elevar com segurança 84 unidades, mantendo o mesmo limite de peso e uma configuração estável.

 

Essa diferença significativa comprova a vantagem do nosso produto. O design leve e a engenharia das caixas Core Case aumentam consideravelmente a capacidade de carga sem comprometer a segurança ou a eficiência aérea.

  • Menor peso por unidade significa maior produtividade.

  • Menos voos.

  • Menor custo logístico por metro de testemunho transportado.

Outro ponto crítico surgiu durante simulações em condições climáticas extremas. Em ambientes de baixa temperatura, a formação de gelo entre as caixas de madeira aumenta o risco de escorregamento e queda da carga. Para compensar isso, elas precisam ser transportadas com redes ou gaiolas metálicas, reduzindo ainda mais a capacidade útil do helicóptero. Já as caixas Core Case mantêm sua integridade estrutural nessas condições e não exigem acessórios adicionais.

A Core Case oferece soluções para atender às necessidades da mineração em campo.

Saiba mais sobre o teste no nosso canal do YouTube:

— Operações: Wisk Air Helicopters
— Produção: Palmer Creative Group 
— Apresentação do projeto: ER Branding

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Mais leveza – menos esforço – mesmo resultado. 

O campo exige inteligência operacional.

Trabalhar com sondagem é enfrentar condições adversas diariamente. Por isso, o transporte de amostras precisa ser seguro, prático e adaptado à realidade do campo.

As caixas da Core Case são 50% mais leves que as de madeira e contam com pegadores ergonômicos na frente e atrás, o que permite que uma única pessoa consiga carregá-las com segurança, mesmo em terrenos difíceis.

 

Ao contrário das caixas de madeira, nossas cases não apresentam riscos com pregos expostos, farpas ou estruturas que se degradam com o tempo. Madeira pode apodrecer, rachar, atrair insetos e representar um risco à saúde e à integridade física da equipe. Já as caixas Core Case são resistentes, duráveis e feitas com material reciclado de alta qualidade.

50% mais leve que a madeira
Transporte seguro por apenas uma pessoa.
Sem pregos, sem farpas, sem riscos.
Produzidas com material reciclado.

 

Enquanto outros modelos exigem duas pessoas ou esforço excessivo, nossas caixas foram pensadas para facilitar o manuseio e reduzir o desgaste físico do colaborador. Resultado: mais autonomia no campo e mais agilidade na operação.

A ergonomia também faz diferença.

 

E mais: ao escolher a Core Case, sua empresa reduz o impacto ambiental ao evitar o uso de madeira. É eficiência sem abrir mão da responsabilidade com a sua equipe e o planeta.

Quer entender como nossas soluções se adaptam ao seu projeto? Conheça agora as capacidades das caixas Geração II e transforme a rotina do seu campo.

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