ESG

ESG é um dos principais desafios para o setor mineral em 2023

ESG, assim como em 2022, continua sendo um dos maiores desafios para o setor de mineração e metais.

À medida que a questão se torna uma prioridade para todas as partes interessadas, o setor está se adequando à fatores ESG com estratégias corporativas, tomada de decisões e relatórios. 

A longo prazo, a diferenciação virá para aqueles que investirem em todos os aspectos: social, ambiental e governança. O setor mineral precisa ir além e ter uma visão holística para ganhar a confiança do investidor e da comunidade em que atua. 

Confira as principais oportunidades e desafios em ESG para o setor mineral de acordo com o estudo realizado pela Ernst & Young (EY).

Gestão da água

76% dos entrevistados na pesquisa realizada pela EY citaram a gestão da água como principal desafio em ESG, esse resultado tem intensa relação com as mudanças climáticas e as preocupações com a escassez da água que aumentam ano a ano. 

A relação próxima entre organizações e governo precisa ser uma prioridade para as mineradoras. Juntos, os atores podem desenvolver planos e iniciativas que visem o cuidado e uso consciente do recurso dentro das organizações.

Economia circular

Economia circular é um conceito que associa desenvolvimento econômico a um melhor uso de recursos naturais, por meio de novos modelos de negócios e da otimização nos processos de fabricação com menor dependência de matéria-prima virgem, priorizando insumos mais duráveis, recicláveis e renováveis.

Este conceito ultrapassa o âmbito e o foco das ações de gestão de resíduos e de reciclagem, visando um escopo amplo que engloba desde o redesenho de processos, produtos e modelos de negócio, até a otimização da utilização de recursos.

Tradicionalmente, as operações de mineração seguem um processo linear de pesquisar, minerar, processar e descartar. Um exemplo da economia circular neste setor pode ser a criação de subprodutos a partir do rejeito da mineração, que podem ser usados tanto no setor mineral quanto em outras indústrias.

Biodiversidade

Empresas de mineração estão sob crescente pressão para avaliar os riscos à biodiversidade em seus negócios. De acordo com a pesquisa da EY, mineradores precisarão demonstrar que as minas estão considerando o impacto a longo prazo sobre biodiversidade.

Além de evitar consequências negativas, os mineradores também devem articular seu impacto líquido positivo. Uma ação neste caso pode ser a preservação de florestas no entorno do empreendimento, criação de parques, zoológicos e projetos sociais que visem a preservação da biodiversidade local.

Credibilidade e clareza nos dados divulgados

Organizações ao redor do mundo reportam informações ESG por meio de diferentes iniciativas e programas. Um dos mais conhecidos e utilizados no Brasil é o GRI (Global Reporting Initiative), que possibilita às empresas, de qualquer tamanho, setor ou país, a divulgação de seus impactos econômicos, ambientais e sociais, explicando como estes são gerenciados internamente. 

O objetivo destes relatórios é garantir qualidade e comparabilidade de informações que podem apoiar a tomada de decisão das partes interessadas, especialmente investidores, no direcionamento e alocação de capital. 

Em todo o mundo, a regulamentação das emissões de carbono, sustentabilidade e governança social está aumentando, e no setor mineral isso não é diferente. 

Apesar da regulamentação sobre gestão de riscos e relatos de sustentabilidade estar no início em diversos países, ainda não há um padrão normativo mundial para informações mandatórias sobre tópicos ESG, o que dificulta a comparação de companhias em um portfólio global de investimentos.  

Buscando solucionar essa questão, a IFRS Foundation Trustees formou o ISSB (International Sustainability Standards Board), que pretende desenvolver padrões mínimos de informação e relatos de sustentabilidade a serem utilizados para tomada de decisão no mercado de capitais.

Cumprindo com os novos padrões e expectativas, o setor mineral terá a obrigação de melhorar a disponibilidade, rigor, confiança e clareza dos dados apresentados a todos.

Fechamento de Mina

Esse é um dos grandes desafios do setor, o gerenciamento de ativos existentes.

Uma abordagem proativa para fechamento de mina começa quando o planejamento é realizado desde o início do empreendimento. 

Projetar uma mina com o fechamento em mente permite o engajamento contínuo dos proprietários, colaboradores e comunidades, criando oportunidades para o fechamento progressivo das atividades.

O fechamento de mina impacta uma ampla gama de partes interessadas e as expectativas estão aumentando sobre como os mineradores mitigam esses impactos, incluindo os efeitos socioeconômicos nas comunidades.

Melhorar a diversidade, equidade e inclusão

Os principais problemas incluem:

  • Aumento da participação feminina: as empresas ainda lutam para atrair, reter e promover mulheres, privando-as de ser destaque, bem como dos benefícios comprovados de uma força de trabalho mais diversificada em termos de gênero;
  • Segurança e suporte para a comunidade local: as empresas precisam mudar a forma como locais de mineração são construídos e operados, a fim de melhorar a segurança e apoio a todos os trabalhadores. Por exemplo, a construção de creches e escolas locais poderiam atrair diferentes pessoas para a mineração e proporcionar uma contribuição positiva para a comunidade.
  • Construir uma marca com propósito: a mineração deve fazer mais para construir uma marca alinhada com o propósito e valores da próxima geração de talentos. 

Saúde e segurança

Durante a pandemia de COVID-19, muitas empresas impulsionaram apoio à saúde dos trabalhadores, mas o setor ainda precisa fazer mais para melhorar a saúde psicológica e a segurança. 

Funcionários fly-in fly-out, por exemplo, enfrentam desafios para conseguir suporte, um problema que aumentou com a reclusão e isolamento relacionados à pandemia. Intimidação e assédio também são outros pontos que estão ligados a problemas contínuos em torno da falta de diversidade, inclusão e respeito.

O padrão recente publicado ISO 45003:2021, estrutura globalmente reconhecida de como gerenciar e proteger o bem-estar mental no trabalho, pode ser uma oportunidade para reformar a cultura de segurança na mineração.

Outro fator a ser considerado é a reintegração na força de trabalho. Dados mostram que 90% das pessoas que sofrem uma lesão física voltam ao trabalho em 90 dias, mas apenas 50% das pessoas que tiraram licença por causa de problemas de saúde mental voltou depois de seis meses. 

Empresas de mineração e metais precisam desenvolver uma abordagem para reintegrar esses trabalhadores, especialmente quando o trabalho é um fator causal por trás de sua doença. Isso pode incluir, por exemplo, revisar cargas de trabalho, criando uma rede de apoio e garantindo um local de trabalho mentalmente seguro. Como lesões físicas no trabalho também pode desencadear desafios de saúde mental, oferecer apoio à saúde física e mental pode ajudar os funcionários no retorno ao trabalho e à plena saúde.

Core Case – uma empresa alinhada aos pilares ESG

Desde o momento da sua concepção, a Core Case carrega consigo os pilares ESG. A empresa nasceu com o objetivo de produzir cases para armazenamento de testemunhos de sondagem em plástico 100% reciclado. Essa meta foi atingida e ao longo dos 12 anos de história a Core Case se tornou referência no Brasil.

Além dos cases sustentáveis para testemunhos de sondagem, a Core Case desenvolve ações que favorecem o desenvolvimento de projetos ligados à governança corporativa, sustentabilidade ambiental e social. 

Conheça as nossas iniciativas: ESG – Core Case.

Ademais, ressaltamos que o protagonismo da Mineração Brasileira na implementação das práticas ESG pode contribuir de forma significativa para um aumento da visibilidade e aceitação do setor que, apesar de tão relevante, ainda é bastante criticado pela sociedade.

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Core Case ganha o Prêmio TOP 10 Mining Tech – Company in APAC 2022

A empresa brasileira-canadense Core Case, que produz cases e acessórios sustentáveis para o setor de mineração, foi destaque no prêmio TOP 10 Mining Tech – Company in APAC 2022, e esse é mais um reconhecimento por um trabalho dedicado a melhoria de processos, sustentabilidade e aplicação de tecnologias de ponta no setor mineral.

O prêmio pertence a importante mídia internacional Metals & Mining Review que atua no setor de tecnologia e mineração identificando as 10 empresas mais relevantes para os profissionais e para o ramo.

A Core Case está proporcionando uma transformação sustentável muito importante para o setor da mineração com seus Cases feitos com plástico reciclado e ecologicamente corretos. Com ênfase na inovação e na responsabilidade ambiental, as caixas para armazenamento de testemunho de sondagem da Core Case são projetadas por geólogos com ampla experiência em pesquisa mineral. Estes produtos ajudam não só a reduzir os resíduos plásticos através da reciclagem, mas também diminuem o impacto ambiental prejudicial a partir do uso de produtos produzidos com madeira. Não é surpresa que a Core Case se tornou uma precursora na conformidade com as normas de ESG.

Com foco em tecnologia e sustentabilidade, a empresa vislumbra desenvolver mais soluções de armazenamento de testemunhos de sondagem para a indústria de mineração para facilitar o uso, tanto em campo como nos galpões.

Pioneirismo no uso de plásticos reciclados

Prêmio TOP 10 Mining Tech - Company in APAC 2022.

Em um movimento singular e visionário, a Core Case foi uma das pioneiras no uso de plásticos reciclados – em oposição ao plástico virgem – ao criar seus cases. Desde a criação da empresa há 11 anos, a Core Case tem sido firme em sua abordagem para permitir operações de mineração sustentáveis e ecologicamente corretas, alavancando tecnologias e materiais sofisticados de reciclagem. No início, adquirir materiais reciclados e processá-los para produção dos cases foi um desafio.

Avançando com sua linha inicial de produtos, hoje a Core Case tem acesso a grandes quantidades de plásticos recicláveis, devido aos seus fornecedores e processos de reciclagem internos de primeira linha. Isto permitiu à empresa construir uma linha completa de Cases, como Geração IGeração IIAdaptPetro Case (para indústria de óleo e gás) e Chip Case (para perfuração RC).

Sua equipe de profissionais qualificada determina e identifica os parâmetros dos plásticos a serem usados na produção, analisando as matérias-primas recicladas utilizadas como insumos e estabelecendo rotinas para testes de qualidade, pós-produção, no laboratório da empresa.

Foco no Cliente

A empresa é orientada não apenas por sua abordagem inovadora e sustentável para possibilitar eficiências na mineração, mas também por seus processos operacionais focados no cliente que permitem atender às diversas exigências do setor de mineração.

Uma ilustração notável da dedicação da Core Case é sua linha de produtos Adapt. Uma empresa líder nacional de mineração no Brasil precisava de cases com características específicas para aumentar sua capacidade de armazenamento no galpão, bem como facilitar o processo de manuseio dos cases e amostras. Em resposta ao pedido de customização do produto pelo cliente, a Core Case projetou e desenvolveu a linha Adapt. A empresa modificou seus cases convencionais adicionando um adaptador destacável que ajuda a reduzir o tamanho da caixa. O adaptador permite ajustar o espaço de armazenamento das amostras nas caixas de acordo com o tipo de amostra, ou seja, testemunho inteiro ou serrado. Este produto feito sob medida permitiu ao cliente triplicar sua capacidade de armazenamento no almoxarifado em comparação com as caixas de madeira convencionais. O sucesso deste produto o levou a transformá-lo em uma linha totalmente nova de produtos.

Laboratório de análise de material.

A mais recente adição nas ofertas da Core Case é sua divisão de tecnologia e ramo de negócios, a Core Case Tech, lançada para melhorar a coleta e o acesso aos dados de de testemunhos de sondagem. Com essa tecnologia ainda em desenvolvimento, o objetivo é ganhar tempo, reduzir e, se possível, eliminar totalmente a possibilidade de erros decorrentes do processo de aquisição e anotação dos dados que ocorrem desde a extração do testemunho de sondagem, passando pela descrição, amostragem e armazenamento final. O sistema de gerenciamento atuará como um facilitador para os profissionais que atuam no campo, galpão de testemunhos e escritório, utilizando de recursos digitais para a análise dos dados geológicos e de sondagem. Ganhando tempo, assertividade e, reduzindo assim, o máximo possível das distorções e erros inerentes ao processo convencional.

Um futuro focado em tecnologia sustentável e expansão

Com foco em tecnologia e sustentabilidade, a empresa vislumbra desenvolver mais soluções de armazenamento de testemunhos de sondagem para a indústria de mineração para facilitar o uso, tanto em campo como nos galpões. “Nosso foco será alinhar nosso produto à tecnologia que proporciona mais segurança, sustentabilidade e agilidade quando se trata de processos relacionados à mineração”, afirma Flávio Ramos, Diretor Administrativo da Core Case.

Com isso em mente, a Core Case também espera ampliar sua presença em mais mercados externos. Já bem estabelecida no Brasil e iniciando operações comerciais no Canadá, a empresa planeja fortalecer sua posição no mercado latino-americano. Com este objetivo, a Core Case também vislumbra o desenvolvimento de produtos mais adequados aos mercados internacionais de mineração. Essencialmente, a Core Case continuará com sua missão de trazer soluções inovadoras e sustentáveis para as indústrias de mineração e afins, transformando e aumentando as operações de perfuração, extração e amostragem em todo o setor de exploração mineral.

Novo Molde da Linha de produtos Geração II.

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Lítio: entenda o motivo desse elemento ser cada vez mais relevante na mineração

O lítio foi descoberto em 1818 e é um metal leve, comumente encontrado em rochas magmáticas, não ocorrendo de maneira livre na natureza, por ser um minério bastante raro. Vale ressaltar que uma importante personalidade brasileira, José Bonifácio de Silva Andrada, descobriu 2 minerais de lítio, descrevendo e nomeando o espodumênio e a petalita.

De acordo com a S&P Global, a demanda de lítio deverá atingir 2 milhões de toneladas até 2030 e nesse contexto o Brasil pode ser um dos principais países produtores pois concentra a maior parte das reservas mundiais de lítio na América Latina.

Minerais de Lítio. Fonte: CPRM (https://www.cetem.gov.br/antigo/images/eventos/2016/ii_litio_brasil/apresentacoes/2-avaliacao_do_potencial_geologico_de_litio_br.pdf)

Esse elemento já foi nomeado inclusive como “ouro branco do século 21” já que devido a transição energética que o mundo está passando, ele pode ser utilizado em diversas fontes de energias renováveis, que devem ser adotadas pela maioria dos países nos próximos anos, sendo seu principal uso em baterias de veículos elétricos  Para saber mais sobre o lítio, leia este conteúdo até o final!

Mineração no Brasil

Em 2008, apenas 3 países tinham 85% de todo o lítio já encontrado até aquele ano no mundo, a procura por esse minério começou a aumentar bastante nos últimos anos, devido a transição energética que vai acontecer para fontes mais limpas de energia. Em 2020, segundo a USGS, o Brasil foi o quinto maior produtor de lítio, atingindo 1900 toneladas, o Chile atingiu 18 mil toneladas, sendo o segundo e a Austrália ficou em primeiro atingindo 40 mil toneladas.

Algumas pesquisas sugerem que a demanda por lítio vai aumentar em até 6 vezes até o ano de 2050. Segundo o diretor geral do SGB-CPRM, hoje a representatividade do Brasil na produção mundial de lítio é de apenas 1,5%, podendo chegar a 5% em cerca de 10 anos, mesmo com essa crescente na produção mundial.

Apesar dessa representatividade ser baixa, existem dados do Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS) publicados em 2021 que colocam o país como o sétimo no mundo a ter uma maior quantidade de lítio em seu território. Hoje estima-se que 95 mil toneladas poderiam ser exploradas com tecnologias e leis vigentes, no total de reservas disponíveis, contando o que atualmente é inacessível, está estimado em 470 mil toneladas.

Atualmente, apenas 2 empresas produzem lítio no Brasil, sendo elas a Companhia Brasileira de Lítio (CBL) e a AMG Brasil, havendo uma série de empresas com projetos em andamento. Entre elas, a Sigma Lithium, que deve iniciar a venda do minério até o fim do ano de 2022 e investiu R$ 2,3 bilhões nos seus empreendimentos no país.

O Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais, concentra a maior parte das reservas conhecidas no Brasil, sendo a extração desse minério realizada em pedreiras de pequeno e médio porte. É importante ressaltar que, cada vez mais, existe um esforço do Ministério de Minas e Energia em mapear outras regiões com potencial para produção e exploração de lítio.

Novos estudos para lítio no Brasil

O SGB-CPRM fez uma primeira pesquisa no Vale do Jequitinhonha, nordeste de Minas Gerais, onde estão as principais mineradoras de lítio do estado, a segunda fase do projeto está em finalização e estuda ocorrências nos estados do Rio Grande do Norte e da Paraíba, além disso, uma terceira fase, deve ser iniciada para a verificação de ocorrências no estado do Ceará.

A ideia dessas campanhas é entender mais sobre a Província Pegmatítica da Borborema, localizada entre os estados do Rio Grande do Norte e da Paraíba e conhecer melhor as áreas já mineralizadas, além de descobrir novos depósitos.

Vale ressaltar que o tempo entre descobrir o lítio em um local e se começar a produção pode chegar até dez anos, pois existem alguns desafios, entre eles, o de agregar valor ao minério que o Brasil ainda não domina, sendo essas uma das áreas onde haverá investimento.

Uma das principais indústrias interessadas na mineração de lítio é a indústria automotiva, pois ele é essencial no uso de veículos elétricos, já que, para fabricar uma bateria para este tipo de automotivo, é necessário lítio.

Lítio e a energia limpa

Atualmente, 70% do lítio mundial já é usado para a produção de baterias e espera-se um salto da produção brasileira até 2025, já que essa demanda vai ser cada vez maior e espera-se que cada vez mais veículos elétricos estejam presentes no país. A Tesla, que é uma das principais empresas do mundo, revelou que quase metade dos veículos que produziu no primeiro semestre deste ano foram equipados com baterias de fosfato de ferro e lítio.

Carro Bateria 2
Bateria de lítio. Fonte: https://carroeletrico.com.br/blog/bateria-litio/

Além de baterias para veículos elétricos, ele é usado também para a energia solar, eólica e em reatores de energia nuclear. Na própria estratégia do Departamento de Energia dos Estados Unidos, o lítio está entre as 16 matérias primas consideradas fundamentais para a transição energética.

Decreto que facilita o comércio de Lítio no Brasil

No dia 06 de Julho de 2022, foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) o Decreto n° 11.120, que promove a abertura e dinamização do mercado brasileiro de lítio. Este decreto permite as operações de comércio exterior de minerais e minérios de lítio e seus derivados e possui o objetivo de posicionar o Brasil como um dos principais países para a mineração de lítio.

Lítio. Fonte: Metais BR (https://www.metaisbr.com/wp-content/uploads/Produto-Litium.jpg)

Com essa flexibilização, são esperados mais de 7 mil empregos diretos na mineração do lítio, chegando a um total de 84 mil empregos diretos e indiretos na sua cadeia produtiva. Dessa forma, o lítio será cada vez mais estratégico não só para o país, mas para o mundo nos próximos anos.


A Core Case desenvolveu produtos plásticos e soluções com o objetivo de transportar e acondicionar testemunhos de sondagem diamantada, sendo eles produzidos em plástico 100% reciclado e reciclável, com formato ergonômico, leve e fácil de transportar, sendo também mais durável. 

Se você ou sua empresa atuam nesse ramo, faça como as maiores mineradoras e empresas de perfuração, utilize os produtos Core Case e garanta a qualidade de suas amostras


Referências:

https://forbes.com.br/forbes-money/2022/07/brasil-pode-se-tornar-uma-potencia-na-producao-de-litio-diz-sigma/

https://www.tecmundo.com.br/ciencia/231948-brasil-precisa-ciencia-explorar-litio-agredir-ambiente.htm

https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/decreto-n-11.120-de-5-de-julho-de-2022-413346932

https://www.cetem.gov.br/antigo/images/eventos/2016/ii_litio_brasil/apresentacoes/2-avaliacao_do_potencial_geologico_de_litio_br.pd

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A mineração e a energia limpa

À medida que a demanda por energia renovável continua a crescer, a indústria da mineração enfrenta um momento decisivo para se tornar um contribuinte reconhecido para uma transição energética mais ampla.

A mineração é fundamental para o crescimento da energia renovável, pois a tecnologia verde depende fortemente de certos metais e minerais – que vem da mineração.

Assim, ambos os setores – mineral e energético – devem passar por adaptações para que a crescente demanda por esses materiais seja atingida. 

Neste texto iremos abordar as principais características da transição energética (a chamada energia limpa) e sua relação com a indústria mineral. Leia até o final para saber mais sobre esse assunto importante!

Energia renovável no futuro

Os efeitos das mudanças climáticas já atuantes em diversas partes do mundo e os alertas feitos pelos cientistas, sobretudo no último relatório do IPCC, apontam já para uma situacao alarmante no sistema energético de todo o mundo. 

O aumento do nível do mar, ondas de calor intensas, perda de habitat e espécies animais, secas e inundações, levaram a pedidos globais para diminuir os impactos das mudanças climáticas – que devem acontecer o quanto antes.

Seguindo o Acordo de Paris e a pressão global, governos e grandes empresas estão tentando reduzir as emissões de dióxido de carbono relacionadas à energia. Eles procuraram alcançar isso principalmente por meio da implantação de formas renováveis de energia, como energia eólica, solar e hidrelétrica.

A Agência Internacional de Energia Renovável prevê que, para atingir as metas climáticas, a participação total de energia renovável deve aumentar em cerca de dois terços até 2050, sugerindo que as energias renováveis podem representar 60% ou mais do consumo final total de muitos países. 

Essa demanda significa que as fontes de energia renovável precisarão aumentar sua capacidade e geração. Por exemplo, a capacidade instalada cumulativa global de energia eólica onshore precisará aumentar mais de três vezes até 2030 e nove vezes até 2050. 

Para energia eólica offshore, o aumento precisaria ser dez vezes até 2030. Em termos de energia solar, a capacidade global precisará crescer de um total de 480 gigawatts em 2018 para 2.840 gigawatts em 2030 e 8.519 gigawatts em 2050. Já a energia solar tem previsão de atingir 8.519 gigawatts de capacidade em todo o mundo até 2050

Essas mudanças são significativas e para isso as empresas precisam estar atentas às demandas atuais que além de serem necessárias para o meio ambiente, impactam na economia – a pauta ESG e da sustentabilidade cada vez mais atraem investimentos, e dessa forma, é necessário atender de forma ampla tais demandas.

Energia limpa e dependência da mineração

As discussões em torno da energia sustentável e da cadeia de suprimentos global muitas vezes estão em desacordo com o fato de que um plano de dependência de energia renovável é fortemente dependente da indústria de mineração – pois ela fornece os metais e minerais necessários para sua construção e operação.

A energia solar depende do fornecimento de alumínio, cobre e certos elementos de terras raras (incluindo índio e cádmio) para produzir painéis fotovoltaicos. 

Da mesma forma, as turbinas eólicas são feitas de aço e sua fabricação depende, portanto, da produção de ferro, mas também certos elementos de terras raras, como o neodímio, são necessários para os ímãs usados no interior dos geradores de turbina. 

De maneira mais geral, o cobre é essencial para toda a infraestrutura de geração de energia, bem como para a tecnologia de veículos elétricos (EV).

Terras Raras e turbinas eólicas

Por exemplo, o caso dos metais de terras raras, como disprósio e neodímio. Ambos os metais são usados para fazer ligas para os ímãs permanentes encontrados em geradores de turbinas eólicas, com a China minerando cerca de 63% do mercado global de terras raras. Atualmente, uma única turbina eólica de cinco megawatts requer uma tonelada de liga. 

Dadas as previsões futuras para a energia eólica, a demanda global por neodímio e disprósio está projetada para aumentar em 2,1 vezes, com 65% de novas turbinas, instaladas nos próximos dez anos, incorporando tecnologia que necessita de metais de terras raras. 

Cobre e usinas eólicas

Da mesma forma, o cobre está em alta demanda devido à sua alta condutividade e durabilidade. Dentro de uma turbina eólica instalada, o teor de cobre é de 2,5 a 6,4 toneladas por megawatt, usado no gerador, transformadores e cabeamento. 

O mercado eólico global atualmente requer uma média de 450 quilotons de cobre por ano e espera-se que isso aumente para 600 quilotons por ano até 2028. Esse número provavelmente aumentará substancialmente, considerando que os requisitos futuros de energia renovável levarão a turbinas eólicas maiores e não obstante as necessidades de cobre para outras tecnologias, como energia solar e veículos elétricos. 

A demanda por cobre devido apenas aos veículos elétricos deverá aumentar em 1.700 quilotons até 2027, uma vez que os veículos elétricos devem atingir mais de 7% das vendas anuais de veículos até 2025. 

Cobre e metais de terras raras são difíceis de substituir e sua reutilização depende de iniciativas de reciclagem, o que significa que sua mineração contínua é essencial para apoiar a indústria de energia renovável. 

Prata e painéis solares

A prata, devido à sua alta resistividade, é utilizada nas células solares na forma de uma pasta que recolhe a eletricidade da célula, para que possa ser armazenada ou consumida. O metal é utilizado em 95% dos painéis fotovoltaicos instalados, o que equivale a 9% da produção global total de prata. 

Com a capacidade de energia solar a crescer rapidamente, a demanda por mineração de prata é alta.

Baterias de armazenamento – cobre, lítio, níquel e cobalto

Dada a sua natureza intermitente, o aumento da geração de energia renovável exigirá grandes unidades de armazenamento de energia, o que, por sua vez, levará ao aumento da demanda pelos minerais contidos nas baterias de armazenamento, principalmente cobre, lítio, níquel e cobalto. 

No entanto, há temores de que o rápido aumento da demanda por esses metais não possa ser atendido com base nas taxas de produção atuais. Fabricantes de automóveis, como Tesla e Mercedes-Benz, já estão cortando as previsões de produção devido a preocupações com a oferta.

Desafios da mineração para energia limpa e sustentável

Mina de cobre Carajás-PA.

O objetivo central da mudança para energias renováveis é a redução das emissões de gases de efeito estufa, causadas por combustíveis fósseis. 

Entretanto, essa mudança não pode causar ainda mais impactos ao meio ambiente que estamos tentando preservar e, dessa forma, exige que as operações de mineração se tornem mais sustentáveis em paralelo a transição energética.

As mudanças climáticas também representam uma ameaça mais ampla para o setor de mineração. Metais que provavelmente terão um crescimento na demanda, devido à sua importância na produção de tecnologia de energia renovável, tendem a se concentrar em áreas vulneráveis aos efeitos das mudanças climáticas.

Além disso, as atividades do setor mineral também necessitam de energia, e portanto, também são fontes emissoras de gases do efeito estufa. 

A indústria mineral, que já tem seus impactos ambientais difundidos pelo conhecimento geral da sociedade, tem assim, ainda mais desafios para mudar este cenário, visto que a demanda por minerais será contínua – assim como a necessidade de adaptação a um mundo mais sustentável. 

Mineração mais sustentável, energia limpa e oportunidades

O Financial Times informou em setembro de 2019 que o número de investidores institucionais que se comprometeram a remover completamente os combustíveis fósseis de seus portfólios até 2030 saltou de 180 em 2014 para mais de 1.100, representando cerca de US$ 11 trilhões em ativos. 

Assim, ao mesmo tempo em que a demanda por energia renovável continua a crescer, o entusiasmo pelo investimento em combustíveis fósseis e mineração está diminuindo.

Dessa forma, os desafios ao setor são grandes e será necessário contínuas adaptações para gerenciar uma pauta ESG ampla e detalhada, atraindo assim investimento e desenvolvimento adequado às demandas atuais.

A indústria da mineração, portanto, deve atentar a oportunidades que as energias renováveis apresentam como uma das várias soluções para se tornar uma indústria mais sustentável. 

Uma das principais vantagens da energia renovável aplicada na mineração é que ela pode suprir as necessidades energéticas das operações de mineração em áreas remotas, onde o custo de construção da infraestrutura necessária para conectar a mina à rede ou a construção de uma usina convencional seria significativo. 

Assim, com os avanços na tecnologia de energia renovável e o compromisso de alguns dos principais players do setor, o setor está pronto para a mudança e há muitos benefícios para as empresas de mineração que mudam para as energias renováveis:

  • Dependência reduzida de combustíveis fósseis que são vulneráveis às flutuações de preços globais e diminuição das emissões de carbono

  • Satisfação dos critérios ambientais e sociais (ESG) utilizados para medir a sustentabilidade de um determinado projeto – este será um pré-requisito para investidores e credores


Nosso Core é a preservação

A CORE CASE é uma companhia brasileira-canadense com 11 anos de existência que se consolidou no mercado de mineração e está presente nas mais importantes empresas do segmento.

Os cases e acessórios Core Case são produzidos em plástico 100% reciclado e reciclável (Polipropileno – PP), têm formato ergonômico, são resistentes, leves e fáceis de transportar, além de serem mais duráveis que as caixas de madeira e de outros materiais.

Se quiser saber mais sobre nossos serviços, entre em contato conosco!


Referências

https://www.irena.org/

https://www.wfw.com/articles/the-mining-industry-an-essential-part-of-a-renewable-future/

https://www.wfw.com/articles/mining-renewable-energy-a-greener-way-forward

https://www.land-links.org/wp-content/uploads/2021/11/Green-Energy-Minerals-Report_FINAL.pdf

https://www.iea.org/reports/the-role-of-critical-minerals-in-clean-energy-transitions

https://www.atlasrenewableenergy.com/en/projects

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Testemunho de sondagem: Caixas de madeira vs. caixas de plástico

Os testemunhos e materiais coletados por métodos de sondagem são produtos de amostragem essenciais em um projeto mineral, os quais caracterizam o tipo de depósito e serão utilizados em posteriores análises. As campanhas de sondagem e perfuração em um projeto são procedimentos de alto custo e por isso deve haver medidas para a correta gestão dos materiais amostrados, a fim de melhor preservá-los.

Milhões de dólares podem ser gastos em um projeto para fazer uma campanha de perfuração incrível, porém após todo o procedimento de coleta, decide-se armazenar as amostras em condições duvidosas, optando por caixas de madeira que eventualmente são mais baratas.

Você já pensou sobre a forma de armazenamento dos testemunhos de sondagem?

Milhões de dólares podem ser gastos em um projeto para fazer uma campanha de perfuração incrível, porém após todo o procedimento de coleta, decide-se armazenar as amostras em condições duvidosas, optando por caixas de madeira que eventualmente são mais baratas. Esse fator pode ser crucial para uma má gestão das amostras, podendo ocorrer perdas significativas em resultado das condições de armazenamento. Ou seja, acaba investindo alto nos furos de sondagem, mas no armazenamento dos dados para que fiquem bem embalados e organizados para futuras análises e consultas aos auditores, decide optar apenas pelo critério econômico.

Lembre-se que os testemunhos não são apenas os dados do seu projeto, são o legado geológico do depósito mineral da sua empresa.

Dessa forma, pensar em uma alternativa inteligente para o armazenamento dos testemunhos de sondagem de seu empreendimento é a maneira ideal para a gestão das amostras!

Caixas plásticas Core Case - por que usar

Sistemas de informação geográfica

A utilização de caixas de madeira para transporte e armazenamento de amostras diamantadas gerou uma série de dificuldades, comuns a muitas empresas do setor de mineração. A Core Case desenvolveu novos produtos para esta tarefa, que ofereceram uma nova alternativa ao mercado, que resolve esses problemas e traz outros benefícios.

Principais benefícios das caixas de plástico Core Case: Melhor custo benefício: O uso a médio e longo prazo dos produtos Core Case geram um melhor custo benefício comparado com outros materiais, como madeira ou metal. 

  • Transporte econômico: As caixas plásticas da Core Case são mais leves que a madeira, o que reduz significativamente o custo durante o transporte.
  • Sustentabilidade e ESG: Seu empreendimento segue as estratégias de ESG? Os produtos Core Case são fabricados com materiais 100% reciclados.
  • Maior durabilidade: O plástico tem uma vida útil maior em relação às caixas de madeira, principalmente se armazenado adequadamente.
  • Uso eficiente do espaço: Os produtos Core Case melhoram consideravelmente a organização dos armazéns e locais de armazenamento reduzindo a necessidade de alto investimento em infraestrutura.
  • Maior capacidade de empilhamento. Resistência e sem riscos de contaminação: Os produtos Core Case apresentam menor risco de incêndio quando comparados às caixas de papelão e madeira. O plástico é um material inerte que não reage quimicamente com outras substâncias. As caixas Core Case possuem furos para drenagem da água, evitando a contaminação com a caixa empilhada abaixo. Na tabela abaixo podemos comparar os diferentes tipos de caixa de armazenamento de testemunhos disponíveis no mercado.

Indústria da mineração, desenvolvimento tecnológico e sustentabilidade.

Além dos benefícios econômicos ao utilizar caixas adequadas para o armazenamento de testemunhos de sondagem geológica do seu empreendimento mineral, sabemos que a indústria da mineração passa por um momento chave no uso de novas tecnologias para diminuir os impactos ambientais gerados no processo industrial. Ao utilizar caixas de plástico produzidas com material 100% reciclado que possuem maior durabilidade que outros materiais, o seu empreendimento contribui para a diminuição do descarte de resíduos ao meio ambiente, investindo em um material com uma proposta inovadora para o setor mineral.
Nosso Core é a preservação O princípio da Core Case é fazer tudo com materiais 100% reciclados. O objetivo da Core Case é preservar o planeta por meio da exploração responsável, fomentando a sustentabilidade. Temos o compromisso de aprimorar constantemente nossos processos e desenvolver soluções inovadoras para limitar os impactos ambientais negativos (sempre que possível) e minimizar a produção de resíduos nocivos à natureza.

Nosso Core é a preservação

O princípio da Core Case é fazer tudo com materiais 100% reciclados. O objetivo da Core Case é preservar o planeta por meio da exploração responsável, fomentando a sustentabilidade.

Temos o compromisso de aprimorar constantemente nossos processos e desenvolver soluções inovadoras para limitar os impactos ambientais negativos (sempre que possível) e minimizar a produção de resíduos nocivos à natureza.

Então faça como as maiores mineradoras e empresas de perfuração, utilize os produtos CORE CASE e garanta a qualidade de suas amostras.

Testemunho de sondagem: Caixas de madeira vs. caixas de plástico Read More »

Projeto We Nature é um dos vencedores do 23º Prêmio Fritz Müller

Anualmente, o Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA) reconhece, por meio do Prêmio Fritz Müller, empresas que se destacam por práticas ambientais. O prêmio é a principal homenagem do estado neste sentido, sendo voltado a projetos e iniciativas que vão além da legislação ambiental vigente. O Projeto We Nature é um dos vencedores do 23º Prêmio Fritz Müller.

No dia 29 de junho de 2022, foram divulgados os nomes dos vencedores da 23a edição do prêmio, que contou com a inscrição de 88 projetos ou ações.

O Projeto We Nature, viabilizado pela empresa brasileira-canadense Core Case, venceu a categoria “Projetos Socioambientais”.

 

Sobre a Core Case

Resumidamente, a Core Case produz artigos reciclados para o setor de mineração há mais de 10 anos e, há quase três, lançou uma linha de roupas e acessórios voltados à sustentabilidade. A marca também desenvolveu produtos ecológicos feitos a partir dos resíduos recolhidos nos mutirões de limpeza das praias, pelo Projeto We Nature.

We Nature

Então, fruto de uma parceria com a ONG Eco Local Brasil, em 2021, os mutirões realizados pelo projeto foram responsáveis pelo recolhimento de 43 toneladas de resíduos de praias do Litoral Sul do Brasil. Além dos mutirões, que engajam voluntários e instituições vinculadas à causa ambiental, o We Nature também classifica todo o material encontrado, dando a ele a destinação mais adequada.

Dessa forma, tudo é planejado. Nos momentos que antecedem cada ação, os participantes são orientados sobre como acontecerá a atividade. Primeiramente, são distribuídas luvas, sacos de lixo e instruções para a coleta. Sendo assim, é reforçado o impacto destes resíduos no Meio Ambiente. Com isso, o objetivo é fazer um trabalho de conscientização. Ao fim de cada ação, é realizada a pesagem e a classificação dos resíduos encontrados.

Certamente, uma informação muito relevante sobre este projeto é que 100% do que é recolhido nas ações ambientais é aproveitado. Ou seja, grande parte dos resíduos são enviados à reciclagem. Os itens que normalmente seriam descartados em aterros, por serem considerados não-recicláveis, transformam-se em matéria-prima para fabricação de mesas, bancos, vasos de plantas ecológicos. Esse é um processo inovador, que faz muita diferença no aproveitamento dos resíduos e que resultou neste importante reconhecimento estadual, tornando o Projeto We Nature um dos vencedores do 23º Prêmio Fritz Müller.

O Prêmio Fritz Müller, também destacou iniciativas ambientais da Epagri, Portobello, Cooperativa Aurora, Whirlpool, BMW do Brasil, GDC Alimentos S.A (Gomes da Costa), Schulz Compressores, RPPN Catarinense e Escola da Fazenda.

Conheça mais sobre o projeto >>

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Práticas sustentáveis na mineração

Práticas Sustentáveis no Setor Mineral

A indústria da mineração tem importância nas sociedades contemporâneas, suprindo a contínua demanda por minerais em diversos ramos do mercado e promovendo o desenvolvimento econômico. 

Entretanto, esse aumento contínuo por demanda de recursos naturais, aliados ao aumento populacional e do consumismo da nossa sociedade atual, caminham na contramão do conceito de sustentabilidade. 

Por isso, o tema de práticas sustentáveis no setor mineral ganha cada vez mais destaque, com a importância de desenvolver soluções que possam ser adotadas pela indústria, gerando menos impacto ambiental e social e garantindo a disponibilidade de recursos para as gerações futuras. 

Leia este texto até o final para saber mais sobre este tema!

Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da ONU

No outono de 2015, os chefes de estado do mundo adotaram a Agenda 2030 da ONU com os 17 objetivos de desenvolvimento sustentável. Os objetivos gerais da Agenda são:

  • Erradicar a pobreza e a fome
  • Garantir os direitos humanos para todos, alcançar a igualdade social e de gênero
  • Garantir a proteção do planeta e seus recursos naturais

Os objetivos de desenvolvimento sustentável equilibram as três dimensões do desenvolvimento sustentável: a econômica, a social e a ambiental. 

A Agenda 2030 é um passo positivo na cooperação global e pode contribuir para uma maior percepção de que é necessário equilibrar diferentes objetivos sociais – a sustentabilidade econômica é um pré-requisito para a sustentabilidade social e ambiental e vice-versa.

Um dos setores de maior destaque no quesito necessidade de adoção de práticas sustentáveis é o setor mineral.

Mineração e sustentabilidade

A pegada das operações de mineração é muitas vezes visível do espaço sideral, com grandes áreas de escavação destacando-se em um mar de floresta verde. Vista das Minas de Carajás do Brasil do espaço. (Foto: NASA) (https://www.iisd.org/sites/default/files/styles/wysiwyg_desktop/public/2021-10/carajas-brazil-mine.jpg?itok=Dg521UlB)

Ter uma visão sustentável sobre o setor mineral significa levar em consideração as pessoas, o meio ambiente e a economia. 

Os aspectos humanos incluem elementos de saúde, sociais e culturais. As considerações ambientais devem ser dadas às emissões, gestão de resíduos, remediação pós-extração, conservação da natureza, uso de energia e clima. Os aspectos econômicos incluem desenvolvimento social, prosperidade, competitividade, gestão de recursos e economia circular. 

As indústrias de mineração afetam todas as três dimensões da sustentabilidade, porém, o uso de recursos minerais é indispensável para a nossa sociedade, inclusive para fornecer matéria prima para uma transformação tecnológica e energética mais ecológica. 

A regulação das atividades de mineração depende principalmente de estruturas e políticas nacionais, mas a implementação de boas práticas continua sendo problemática. 

Para realmente mudar para a “mineração sustentável”, governos e empresas devem reconhecer os impactos ambientais e sociais da mineração e promulgar leis e regulamentos que exigem consulta à comunidade durante toda a vida de uma mina.

Como a mineração pode se tornar mais sustentável ambientalmente?

  • Descarte e tratamento adequado de resíduos e rejeitos
  • Reduzir o uso de água e de produção de resíduos
  • Fontes alternativas de energia, como energia solar ou eólica
  • Equipamentos movidos a bateria
  • Uso de equipamentos de origem reciclável 
  • Melhorias no processo de extração
  • Medidas adequadas de fechamento de mina
  • Restauração ambiental
  • Reciclagem

Com relação à energia, uma mineradora pode buscar fontes alternativas de energia, como energia solar ou eólica, bem como utilizar equipamentos e veículos a eletricidade, reduzindo a emissão de gases de efeito estufa.

São necessários planos de gestão de resíduos para evitar a poluição do solo, do ar e da água. Esses planos também estão em vigor para armazenar adequadamente os grandes volumes de resíduos produzidos nas minas.

O uso de técnicas de produção mais limpas, tecnologias de controle ambiental, utilização de resíduos como matéria-prima e reengenharia de processos são outras formas de reduzir a produção de resíduos das minas.

O descarte correto de resíduos é vital para reduzir o impacto ambiental das minas. As empresas podem investir em equipamentos que ajudem a transformar resíduos em materiais reutilizáveis.

Importância de visão sustentável para a mineração

Além da importância em reduzir os impactos ambientais e sociais da mineração, a indústria em si também pode se beneficiar com a adoção de uma visão sustentável para o setor.

As empresas de mineração podem encontrar o benefício inesperado de ganhos financeiros com a melhoria da sustentabilidade. 

Embora as políticas verdes possam parecer caras, elas realmente ajudam a dar à empresa uma vantagem competitiva. Além disso, a capacidade de reciclar e reduzir o desperdício tem links claros para um resultado final aprimorado.

Em última análise, para que as empresas de mineração se desenvolvam no contexto político, social, econômico e ambiental atual, as práticas sustentáveis ​​devem estar no centro das operações. 

Muitas empresas estão começando a entender que, para manter a viabilidade econômica, devem adotar uma abordagem ambiental e socialmente responsável em todos os níveis da operação.

Nosso Core é a preservação

A CORE CASE é uma companhia brasileira-canadense com 11 anos de existência que se consolidou no mercado de mineração e está presente nas mais importantes empresas do segmento.

Os cases e acessórios Core Case são produzidos em plástico 100% reciclado e reciclável (Polipropileno – PP), têm formato ergonômico, são resistentes, leves e fáceis de transportar, além de serem mais duráveis que as caixas de madeira e de outros materiais.

Se quiser saber mais sobre nossos serviços, entre em contato conosco!

Referências

https://www.ilo.org/wcmsp5/groups/public/—ed_emp/—emp_ent/—multi/documents/publication/wcms_592317.pdf

https://www.sei.org/projects-and-tools/projects/the-mining-industry-in-a-sustainable-future/

https://www.sa-green-info.co.za/portal/article/1633/how-can-mining-become-more-environmentally-sustainable

https://www.iisd.org/articles/how-advance-sustainable-mining

https://www.mining-technology.com/sponsored/the-importance-of-sustainability-in-mining-operations/

A indústria da mineração tem importância nas sociedades contemporâneas, suprindo a contínua demanda por minerais em diversos ramos do mercado e promovendo o desenvolvimento econômico. 

Entretanto, esse aumento contínuo por demanda de recursos naturais, aliados ao aumento populacional e do consumismo da nossa sociedade atual, caminham na contramão do conceito de sustentabilidade. 

Por isso, o tema de práticas sustentáveis no setor mineral ganha cada vez mais destaque, com a importância de desenvolver soluções que possam ser adotadas pela indústria, gerando menos impacto ambiental e social e garantindo a disponibilidade de recursos para as gerações futuras. 

Leia este texto até o final para saber mais sobre este tema!

Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da ONU

No outono de 2015, os chefes de estado do mundo adotaram a Agenda 2030 da ONU com os 17 objetivos de desenvolvimento sustentável. Os objetivos gerais da Agenda são:

  • Erradicar a pobreza e a fome
  • Garantir os direitos humanos para todos, alcançar a igualdade social e de gênero
  • Garantir a proteção do planeta e seus recursos naturais

Os objetivos de desenvolvimento sustentável equilibram as três dimensões do desenvolvimento sustentável: a econômica, a social e a ambiental. 

A Agenda 2030 é um passo positivo na cooperação global e pode contribuir para uma maior percepção de que é necessário equilibrar diferentes objetivos sociais – a sustentabilidade econômica é um pré-requisito para a sustentabilidade social e ambiental e vice-versa.

Um dos setores de maior destaque no quesito necessidade de adoção de práticas sustentáveis é o setor mineral.

Mineração e sustentabilidade

A pegada das operações de mineração é muitas vezes visível do espaço sideral, com grandes áreas de escavação destacando-se em um mar de floresta verde. Vista das Minas de Carajás do Brasil do espaço. (Foto: NASA) (https://www.iisd.org/sites/default/files/styles/wysiwyg_desktop/public/2021-10/carajas-brazil-mine.jpg?itok=Dg521UlB)

Ter uma visão sustentável sobre o setor mineral significa levar em consideração as pessoas, o meio ambiente e a economia. 

Os aspectos humanos incluem elementos de saúde, sociais e culturais. As considerações ambientais devem ser dadas às emissões, gestão de resíduos, remediação pós-extração, conservação da natureza, uso de energia e clima. Os aspectos econômicos incluem desenvolvimento social, prosperidade, competitividade, gestão de recursos e economia circular. 

As indústrias de mineração afetam todas as três dimensões da sustentabilidade, porém, o uso de recursos minerais é indispensável para a nossa sociedade, inclusive para fornecer matéria prima para uma transformação tecnológica e energética mais ecológica. 

A regulação das atividades de mineração depende principalmente de estruturas e políticas nacionais, mas a implementação de boas práticas continua sendo problemática. 

Para realmente mudar para a “mineração sustentável”, governos e empresas devem reconhecer os impactos ambientais e sociais da mineração e promulgar leis e regulamentos que exigem consulta à comunidade durante toda a vida de uma mina.

Como a mineração pode se tornar mais sustentável ambientalmente?

  • Descarte e tratamento adequado de resíduos e rejeitos
  • Reduzir o uso de água e de produção de resíduos
  • Fontes alternativas de energia, como energia solar ou eólica
  • Equipamentos movidos a bateria
  • Uso de equipamentos de origem reciclável 
  • Melhorias no processo de extração
  • Medidas adequadas de fechamento de mina
  • Restauração ambiental
  • Reciclagem

Com relação à energia, uma mineradora pode buscar fontes alternativas de energia, como energia solar ou eólica, bem como utilizar equipamentos e veículos a eletricidade, reduzindo a emissão de gases de efeito estufa.

São necessários planos de gestão de resíduos para evitar a poluição do solo, do ar e da água. Esses planos também estão em vigor para armazenar adequadamente os grandes volumes de resíduos produzidos nas minas.

O uso de técnicas de produção mais limpas, tecnologias de controle ambiental, utilização de resíduos como matéria-prima e reengenharia de processos são outras formas de reduzir a produção de resíduos das minas.

O descarte correto de resíduos é vital para reduzir o impacto ambiental das minas. As empresas podem investir em equipamentos que ajudem a transformar resíduos em materiais reutilizáveis.

Importância de visão sustentável para a mineração

Além da importância em reduzir os impactos ambientais e sociais da mineração, a indústria em si também pode se beneficiar com a adoção de uma visão sustentável para o setor.

As empresas de mineração podem encontrar o benefício inesperado de ganhos financeiros com a melhoria da sustentabilidade. 

Embora as políticas verdes possam parecer caras, elas realmente ajudam a dar à empresa uma vantagem competitiva. Além disso, a capacidade de reciclar e reduzir o desperdício tem links claros para um resultado final aprimorado.

Em última análise, para que as empresas de mineração se desenvolvam no contexto político, social, econômico e ambiental atual, as práticas sustentáveis ​​devem estar no centro das operações. 

Muitas empresas estão começando a entender que, para manter a viabilidade econômica, devem adotar uma abordagem ambiental e socialmente responsável em todos os níveis da operação.

Nosso Core é a preservação

A CORE CASE é uma companhia brasileira-canadense com 11 anos de existência que se consolidou no mercado de mineração e está presente nas mais importantes empresas do segmento.

Os cases e acessórios Core Case são produzidos em plástico 100% reciclado e reciclável (Polipropileno – PP), têm formato ergonômico, são resistentes, leves e fáceis de transportar, além de serem mais duráveis que as caixas de madeira e de outros materiais.

Se quiser saber mais sobre nossos serviços, entre em contato conosco!

Referências

https://www.ilo.org/wcmsp5/groups/public/—ed_emp/—emp_ent/—multi/documents/publication/wcms_592317.pdf

https://www.sei.org/projects-and-tools/projects/the-mining-industry-in-a-sustainable-future/

https://www.sa-green-info.co.za/portal/article/1633/how-can-mining-become-more-environmentally-sustainable

https://www.iisd.org/articles/how-advance-sustainable-mining

https://www.mining-technology.com/sponsored/the-importance-of-sustainability-in-mining-operations/

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ESG na Mineração – importância e iniciativas no setor

ESG é um termo que você provavelmente conheceu há pouco tempo, certo? 

Apesar dele ser usado de forma frequente na atualidade, ele não é um termo “tão jovem” assim. Ele surgiu pela primeira vez em 2004, em uma publicação chamada “Who Cares Wins”, que em português quer dizer “quem se importa vence”. 

As pautas ESG foram tomando força ao longo dos anos e vem sendo citadas com maior frequência no Brasil, de forma mais específica, nos últimos 5 anos. O setor mineral se inclui como um dos que busca se adequar e fazer parte dessa nova cultura.  

As siglas ESG estão intimamente ligadas a pautas e ações relacionadas ao meio ambiente, governança corporativa e bem estar social. 

Empresas que não se adequarem a esses princípios, poderão estar seriamente comprometidas no futuro. Podem não receber apoio de investidores, não serem bem vistas por seus funcionários, não receberem apoio da comunidade em que atuam, dentre várias outras consequências.  

A aplicação dos conceitos ESG em sua empresa são essenciais para um futuro correto, sustentável e duradouro. 

Vamos saber mais sobre esse assunto?

O que é ESG

O termo Environmental, Social and Governance (ESG – sigla em inglês) ou Ambiental, Social e Governança (ASG — em português) está sendo bastante utilizado atualmente e se tornou uma forma de classificar ações que as empresas exercem em relação ao meio ambiente, comunidade que atuam, funcionários e até mesmo com seus clientes e parceiros de trabalho.

Cada um dos elementos – ambiental, social e governança – compreende uma série de critérios que podem ser considerados, seja por investidores, no momento de analisar um negócio, ou por empresas, que desejam adotar uma postura operacional mais amigável, sustentável e responsável frente à sociedade.

Os três pilares que movem a sigla ESG são:

Ambiental

Os critérios ambientais incluem o uso de fontes de energia renováveis pela empresa, implantação de programa de gestão de resíduos, questões de desmatamento (se aplicável) e sua atitude e ações em relação às questões de mudança climática. Outras possíveis questões ambientais incluem o fornecimento e uso de matéria-prima, por exemplo.

Social

Os aspectos sociais estão pautados na forma como a empresa se relaciona com seus funcionários, parceiros e investidores. Outros pontos importantes são o respeito aos direitos humanos e às leis trabalhistas, diversidade da equipe e segurança no trabalho.

Governança

Governança no contexto ESG está relacionado a como uma empresa é administrada por seus gestores e diretores. O pilar da governança deve levar em conta os interesses de todas as partes envolvidas, seja diretores, investidores, fornecedores ou clientes.

Por que se adequar ao ESG

De acordo com a XP Investimentos, nos últimos anos, cada vez mais investidores estão colocando o conceito de “investimentos responsáveis“ como fator decisivo na alocação de recursos e a tendência é que esse movimento se torne uma prática comum nos próximos anos. 

Na perspectiva de investidores, empresas que são bem avaliadas no ESG se tornam ainda mais importantes para a destinação de investimentos.

Ainda segundo a XP, os investimentos responsáveis tem ganhado força gradualmente em todo o mundo nos últimos dois anos – globalmente mais de US$35,3 trilhões em investimentos são administrados por fundos institucionais que definiram estratégias sustentáveis, o que representa ~36% do total de ativos sob gestão no mundo.

Quando se trata do Brasil, ainda há muito a ser feito, porém desde julho de 2020 foi possível notar uma mudança (Figura 1), uma aceleração significativa na busca por investimentos ESG.

Figura 1: Busca pelo termo ESG no Google Brasil (jan/2020 – fev/2022). Fonte: Google Trends

ESG na mineração 

Em 2019 o Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM) e representantes do setor mineral se reuniram para promover uma transformação da indústria da mineração, assim como discutir pautas relacionadas à sustentabilidade e ao meio ambiente.

Após amplo debate, foi criada a agenda ESG da Mineração do Brasil, o documento estabelece pilares de ações a serem adotadas pelas mineradoras para melhorar seus indicadores.

A agenda ESG da mineração prevê melhorar indicadores em 12 áreas, são elas:

  1. Segurança operacional;
  2. Barragens e estruturas de disposição de rejeitos; 
  3. Saúde e segurança ocupacional; 
  4. Mitigação de impactos ambientais;
  5. Desenvolvimento local e futuro dos territórios; 
  6. Relacionamento com comunidades; 
  7. Comunicação e reputação; 
  8. Diversidade e inclusão;
  9. Inovação;
  10. Água;
  11. Energia;
  12. Gestão de resíduos.

De acordo com o IBRAM, a Mineração é o primeiro setor que lança uma ampla agenda ESG, sendo uma demonstração muito forte dos compromissos que o setor tem com as novas posturas que o mundo está demandando.

As ações e resultados conquistados até o momento pela agenda ESG da mineração serão apresentados na Exposibram 2022.

Iniciativas ESG no setor mineral

Em meio a necessidade de mudanças, empresas do setor mineral vêm desenvolvendo projetos que se adequam aos pilares ESG.

Conheça algumas iniciativas ESG no setor mineral:

  • Ferbasa: desde 1975 conta com a Fundação José Carvalho para cuidar das pessoas. Líder na produção de ferroligas, a companhia mantém seis escolas em quatro municípios, o que beneficia mais de 3.500 alunos;
  • Mineração Caraíba: desenvolve programas voltados à produtividade de pequenos agricultores, promoção da educação e formação profissional, além do acesso à água potável;
  • Yamana Gold: mantém o Instituto Yamana de Desenvolvimento Socioambiental, desenvolveu uma usina de compostagem em parceria com a cooperativa Recicla Jacobina;
  • Atlantic Nickel: preserva 750 hectares de Mata Atlântica e mantém um viveiro que já produziu mais de 56 mil mudas para replantio;
  • Vanádio de Maracás: fornece equipamentos e insumos para o projeto Mulheres Ativas, o qual beneficia 110 mulheres com oficinas de saboaria artesanal, além de curso de corte e costura gratuitos;

Core Case – uma empresa que apoia e se adequa aos pilares ESG


Desde o momento da sua concepção, a Core Case carrega consigo os pilares ESG. A empresa nasceu com o objetivo de produzir cases para armazenamento de testemunhos de sondagem em plástico 100% reciclado. Essa meta foi atingida e ao longo dos 10 anos de história a Core Case se tornou referência no Brasil. Veja alguns números:

Além dos cases sustentáveis para testemunhos de sondagem, a Core Case desenvolve ações que favorecem o desenvolvimento de projetos ligados à governança corporativa, sustentabilidade ambiental e social. Confira abaixo alguns projetos e iniciativas da empresa:

MEIO AMBIENTE

– Produtos feitos com matéria-prima 100% reciclada e reciclável;

– Desmatamento zero;

Projeto We Nature (Praia Limpa);

– Eco Bus Store;

– Produtos Core Case Collection com baixo impacto ambiental na produção;

– Certificação Lixo Zero.

SOCIAL

– Campanhas com engajamento social sempre presentes e com o envolvimento de outras instituições locais para o melhor aproveitamento das ações;

– Agasalho do Bem. Incentivo à troca de um produto usado por um novo com desconto;

– Projeto Praia Limpa. Introdução à comunidade local de cada região para o recolhimento de lixo e educação ambiental.

GOVERNANÇA

– Comprometimento com todos os stakeholders (fornecedores, clientes, comunidade, etc.);

– Manuais de uso de produto para melhor ergonomia aos usuários;

– Padronização da produção (ISO 9001) e dos procedimentos operacionais;

– Transparência, legalidade e responsabilidade fiscal em todas as esferas do negócio.

Apoie projetos, empresas e iniciativas que possuem em sua essência os pilares ESG.

Se quiser saber mais sobre a atuação da Core Case, entre em contato conosco.

O protagonismo da Mineração Brasileira na implementação das práticas ESG pode contribuir de forma significativa para um aumento da visibilidade e aceitação do setor que, apesar de tão relevante, ainda é bastante criticado pela sociedade.


Referências: 

XP Expert. https://conteudos.xpi.com.br/esg/esg-de-a-a-z-tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-o-tema/#:~:text=Tr%C3%AAs%20principais%20raz%C3%B5es%20do%20porqu%C3%AA,sido%20um%20sinal%20particularmente%20eficaz 

Forbes. https://www.forbes.com/advisor/investing/esg-investing/

IBRAM. https://portaldamineracao.com.br/o-que-e-esg-da-mineracao/

IBRAM. https://ibram.org.br/noticia/esg-pavimentar-mineracao-do-futuro/

Correio 24 Horas. https://www.correio24horas.com.br/noticia/nid/iniciativas-inspiradoras/ 

Core Case. https://corecase.com.br/pt/ 

ESG é um termo que você provavelmente conheceu há pouco tempo, certo? 

Apesar dele ser usado de forma frequente na atualidade, ele não é um termo “tão jovem” assim. Ele surgiu pela primeira vez em 2004, em uma publicação chamada “Who Cares Wins”, que em português quer dizer “quem se importa vence”. 

As pautas ESG foram tomando força ao longo dos anos e vem sendo citadas com maior frequência no Brasil, de forma mais específica, nos últimos 5 anos. O setor mineral se inclui como um dos que busca se adequar e fazer parte dessa nova cultura.  

As siglas ESG estão intimamente ligadas a pautas e ações relacionadas ao meio ambiente, governança corporativa e bem estar social. 

Empresas que não se adequarem a esses princípios, poderão estar seriamente comprometidas no futuro. Podem não receber apoio de investidores, não serem bem vistas por seus funcionários, não receberem apoio da comunidade em que atuam, dentre várias outras consequências.  

A aplicação dos conceitos ESG em sua empresa são essenciais para um futuro correto, sustentável e duradouro. 

Vamos saber mais sobre esse assunto?

O que é ESG

O termo Environmental, Social and Governance (ESG – sigla em inglês) ou Ambiental, Social e Governança (ASG — em português) está sendo bastante utilizado atualmente e se tornou uma forma de classificar ações que as empresas exercem em relação ao meio ambiente, comunidade que atuam, funcionários e até mesmo com seus clientes e parceiros de trabalho.

Cada um dos elementos – ambiental, social e governança – compreende uma série de critérios que podem ser considerados, seja por investidores, no momento de analisar um negócio, ou por empresas, que desejam adotar uma postura operacional mais amigável, sustentável e responsável frente à sociedade.

Os três pilares que movem a sigla ESG são:

Ambiental

Os critérios ambientais incluem o uso de fontes de energia renováveis pela empresa, implantação de programa de gestão de resíduos, questões de desmatamento (se aplicável) e sua atitude e ações em relação às questões de mudança climática. Outras possíveis questões ambientais incluem o fornecimento e uso de matéria-prima, por exemplo.

Social

Os aspectos sociais estão pautados na forma como a empresa se relaciona com seus funcionários, parceiros e investidores. Outros pontos importantes são o respeito aos direitos humanos e às leis trabalhistas, diversidade da equipe e segurança no trabalho.

Governança

Governança no contexto ESG está relacionado a como uma empresa é administrada por seus gestores e diretores. O pilar da governança deve levar em conta os interesses de todas as partes envolvidas, seja diretores, investidores, fornecedores ou clientes.

Por que se adequar ao ESG

De acordo com a XP Investimentos, nos últimos anos, cada vez mais investidores estão colocando o conceito de “investimentos responsáveis“ como fator decisivo na alocação de recursos e a tendência é que esse movimento se torne uma prática comum nos próximos anos. 

Na perspectiva de investidores, empresas que são bem avaliadas no ESG se tornam ainda mais importantes para a destinação de investimentos.

Ainda segundo a XP, os investimentos responsáveis tem ganhado força gradualmente em todo o mundo nos últimos dois anos – globalmente mais de US$35,3 trilhões em investimentos são administrados por fundos institucionais que definiram estratégias sustentáveis, o que representa ~36% do total de ativos sob gestão no mundo.

Quando se trata do Brasil, ainda há muito a ser feito, porém desde julho de 2020 foi possível notar uma mudança (Figura 1), uma aceleração significativa na busca por investimentos ESG.

Figura 1: Busca pelo termo ESG no Google Brasil (jan/2020 – fev/2022). Fonte: Google Trends

ESG na mineração 

Em 2019 o Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM) e representantes do setor mineral se reuniram para promover uma transformação da indústria da mineração, assim como discutir pautas relacionadas à sustentabilidade e ao meio ambiente.

Após amplo debate, foi criada a agenda ESG da Mineração do Brasil, o documento estabelece pilares de ações a serem adotadas pelas mineradoras para melhorar seus indicadores.

A agenda ESG da mineração prevê melhorar indicadores em 12 áreas, são elas:

  1. Segurança operacional;
  2. Barragens e estruturas de disposição de rejeitos; 
  3. Saúde e segurança ocupacional; 
  4. Mitigação de impactos ambientais;
  5. Desenvolvimento local e futuro dos territórios; 
  6. Relacionamento com comunidades; 
  7. Comunicação e reputação; 
  8. Diversidade e inclusão;
  9. Inovação;
  10. Água;
  11. Energia;
  12. Gestão de resíduos.

De acordo com o IBRAM, a Mineração é o primeiro setor que lança uma ampla agenda ESG, sendo uma demonstração muito forte dos compromissos que o setor tem com as novas posturas que o mundo está demandando.

As ações e resultados conquistados até o momento pela agenda ESG da mineração serão apresentados na Exposibram 2022.

Iniciativas ESG no setor mineral

Em meio a necessidade de mudanças, empresas do setor mineral vêm desenvolvendo projetos que se adequam aos pilares ESG.

Conheça algumas iniciativas ESG no setor mineral:

  • Ferbasa: desde 1975 conta com a Fundação José Carvalho para cuidar das pessoas. Líder na produção de ferroligas, a companhia mantém seis escolas em quatro municípios, o que beneficia mais de 3.500 alunos;
  • Mineração Caraíba: desenvolve programas voltados à produtividade de pequenos agricultores, promoção da educação e formação profissional, além do acesso à água potável;
  • Yamana Gold: mantém o Instituto Yamana de Desenvolvimento Socioambiental, desenvolveu uma usina de compostagem em parceria com a cooperativa Recicla Jacobina;
  • Atlantic Nickel: preserva 750 hectares de Mata Atlântica e mantém um viveiro que já produziu mais de 56 mil mudas para replantio;
  • Vanádio de Maracás: fornece equipamentos e insumos para o projeto Mulheres Ativas, o qual beneficia 110 mulheres com oficinas de saboaria artesanal, além de curso de corte e costura gratuitos;

Core Case – uma empresa que apoia e se adequa aos pilares ESG


Desde o momento da sua concepção, a Core Case carrega consigo os pilares ESG. A empresa nasceu com o objetivo de produzir cases para armazenamento de testemunhos de sondagem em plástico 100% reciclado. Essa meta foi atingida e ao longo dos 10 anos de história a Core Case se tornou referência no Brasil. Veja alguns números:

Além dos cases sustentáveis para testemunhos de sondagem, a Core Case desenvolve ações que favorecem o desenvolvimento de projetos ligados à governança corporativa, sustentabilidade ambiental e social. Confira abaixo alguns projetos e iniciativas da empresa:

MEIO AMBIENTE

– Produtos feitos com matéria-prima 100% reciclada e reciclável;

– Desmatamento zero;

Projeto We Nature (Praia Limpa);

– Eco Bus Store;

– Produtos Core Case Collection com baixo impacto ambiental na produção;

– Certificação Lixo Zero.

SOCIAL

– Campanhas com engajamento social sempre presentes e com o envolvimento de outras instituições locais para o melhor aproveitamento das ações;

– Agasalho do Bem. Incentivo à troca de um produto usado por um novo com desconto;

– Projeto Praia Limpa. Introdução à comunidade local de cada região para o recolhimento de lixo e educação ambiental.

GOVERNANÇA

– Comprometimento com todos os stakeholders (fornecedores, clientes, comunidade, etc.);

– Manuais de uso de produto para melhor ergonomia aos usuários;

– Padronização da produção (ISO 9001) e dos procedimentos operacionais;

– Transparência, legalidade e responsabilidade fiscal em todas as esferas do negócio.

Apoie projetos, empresas e iniciativas que possuem em sua essência os pilares ESG.

Se quiser saber mais sobre a atuação da Core Case, entre em contato conosco.

O protagonismo da Mineração Brasileira na implementação das práticas ESG pode contribuir de forma significativa para um aumento da visibilidade e aceitação do setor que, apesar de tão relevante, ainda é bastante criticado pela sociedade.


Referências: 

XP Expert. https://conteudos.xpi.com.br/esg/esg-de-a-a-z-tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-o-tema/#:~:text=Tr%C3%AAs%20principais%20raz%C3%B5es%20do%20porqu%C3%AA,sido%20um%20sinal%20particularmente%20eficaz 

Forbes. https://www.forbes.com/advisor/investing/esg-investing/

IBRAM. https://portaldamineracao.com.br/o-que-e-esg-da-mineracao/

IBRAM. https://ibram.org.br/noticia/esg-pavimentar-mineracao-do-futuro/

Correio 24 Horas. https://www.correio24horas.com.br/noticia/nid/iniciativas-inspiradoras/ 

Core Case. https://corecase.com.br/pt/ 

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Projeto We Nature recolhe 200 quilos de lixo na Praia de Atalaia

200 quilos de lixo em 150 metros

Esse foi o resultado da ação que foi executada nesta terça-feira (15) pela ONG Eco Local Brasil com apoio da  Instituto Itajaí Sustentável (INIS), equipe da Base de Remo e Preservação Marítima Ubaitaba e da Escola de Surf do Atalaia (ESA). Em um esforço de 2 horas de duração da equipe, apoiadores e voluntários, foi possível percorrer uma faixa de 150m da Baía em Itajaí, onde foram recolhidos aproximadamente 200 quilos de lixo.

Os resíduos recolhidos são plásticos, garrafas e isopor que boiam com facilidade e chegam às margens pelo mar e rio, e também muitos artigos de pesca, objetos e bitucas de cigarro deixados por pessoas que frequentam o local.

Nas áreas de difícil acesso foi possível coletar mais 50kg de lixo, resultado que só foi possível pelo o apoio da equipe da Base de Remo e Preservação Marítima Ubaitaba que utilizou a Canoa havaiana para retirar os resíduos.

Esta é mais uma ação do Projeto We Nature, que é realizado pela Core Case em parceria com a ONG Eco Local Brasil.

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Marco de Sondagem feito de resíduos recolhidos nas praias

Produto feito de lixo. Melhor ainda, retirado das praias.

O produto é um marco de sondagem para mineração. Normalmente é feito com concreto, pois deve ser resistente e bruto, como essa massa que é feita a partir de resíduos retirados das ações de limpeza de praia (Projeto We Nature da CORE CASE). As ações acontecem semanalmente. Em 2021 a soma de lixo recolhido resultou numa quantia de 43 toneladas.

O material usado é uma mistura de vários materiais que são triturados e fundidos numa massa super resistente que é moldada na forma do produto.

Conheça mais produtos dessa linha.

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