Mineração

Minerais críticos: antes da mina, a disputa passa pelos dados


Com US$ 21,3 bilhões em investimentos previstos até 2030 e uma nova política nacional para o setor, o Brasil amplia a corrida por lítio, cobre, níquel, grafita, nióbio e terras raras. Mas transformar potencial geológico em projeto mineral exige algo menos visível: preservar a identidade, a integridade e a rastreabilidade das informações produzidas pela sondagem. A partir daí que as tecnologias de controle de amostras, como a Smart Case, estão crescendo na exploração mineral.

Em setembro de 2026, quando o Brasil instituiu sua Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos, uma palavra pouco associada ao imaginário tradicional da mineração apareceu várias vezes no novo marco: rastreabilidade.


A Lei 15.506 determina a criação de um sistema capaz de acompanhar a cadeia dos minerais críticos, registrar transações e agentes envolvidos e manter informações auditáveis sobre origem, composição e destino. Os mecanismos de identificação deverão ser seguros, verificáveis e tecnologicamente capazes de preservar a integridade dos dados. A regulamentação ainda definirá como isso funcionará na prática.

A lei olha para a cadeia produtiva do mineral. Entretanto, muito antes de uma tonelada de concentrado de lítio, cobre ou terras raras precisar ser rastreada, existe outro objeto cuja identidade precisa ser preservada: a amostra que comprova a existência desses minerais em determinada área.

Nesse estágio, estão surgindo novas discussões para modernização dos galpões de geologia, tornando-se essenciais no desenvolvimento tecnológico da mineração.

O Brasil tem razões para prestar atenção ao tema. O Instituto Brasileiro de Mineração estima US$ 76,9 bilhões em investimentos no setor entre 2026 e 2030. Desse total, US$ 21,3 bilhões estão associados ao grupo que o IBRAM classifica como minerais críticos, entre eles cobre, níquel, terras raras, grafita, lítio, nióbio e zinco. Somente os projetos de cobre representam US$ 8,6 bilhões; níquel, US$ 4,7 bilhões; terras raras, US$ 2,4 bilhões; e lítio, cerca de US$ 1,2 bilhão.

O interesse acompanha uma base mineral relevante. Dados do USGS mostram que o Brasil respondeu por aproximadamente 93% da produção mundial de nióbio em 2024, foi o sexto maior produtor de lítio e figurou entre os principais produtores de grafita e níquel.

Nenhuma dessas posições elimina a importância da sondagem, procedimento essencial de investigação do subsolo, através da extração e análise de amostras, que identificam e qualificam os depósitos minerais.

O mineral crítico começa como informação

Na exploração mineral, uma sonda diamantada atravessa a rocha e recupera cilindros contínuos, os testemunhos. Eles permitem ao geólogo observar litologia, alteração, estruturas, mineralização e outros elementos que, combinados às análises laboratoriais, alimentam os modelos geológicos e as futuras estimativas de recursos.

O resultado econômico pode aparecer anos depois. A informação começa naquele cilindro de rocha.O resultado econômico pode aparecer anos depois. A informação começa naquele cilindro de rocha.

Por isso, o problema não é apenas retirar uma amostra do subsolo. É preservar a ligação entre qual rocha foi retirada, de qual furo, em qual profundidade, como foi manipulada, qual parte seguiu para análise e qual permaneceu armazenada.

Os principais sistemas internacionais de reporte mineral tratam essa questão explicitamente. O JORC Code inclui entre seus critérios a segurança das amostras, auditorias e revisões das técnicas de amostragem e mecanismos para impedir que erros de transcrição ou digitação comprometam o banco de dados utilizado na estimativa de recursos.

No sistema canadense, o NI 43-101F1 reserva itens próprios para preparação, análises e segurança das amostras, além da verificação dos dados. As diretrizes de boas práticas do Canadian Institute of Mining vão além e recomendam que a cadeia de custódia das amostras seja estabelecida e registrada.

Isso muda a maneira de enxergar uma litoteca. Ela não é simplesmente um depósito de caixas contendo rochas antigas. É um arquivo físico da geologia de um projeto, que também está sendo digitalizado.

“Considerando que o principal ativo para esses projetos de exploração é a sondagem, e considerando que os investidores querem algum grau de confiabilidade e de certeza que ali existe, de fato, minério para que ele possa aportar capital, a gente parte do pressuposto que o seu conjunto de furos e testemunhos de sondagem é o maior ativo desses projetos. E se a gente está falando que o testemunho é tudo isso, por que a gente, às vezes, menospreza a forma como a gente guarda ele? A Smart Case é uma evolução da caixa onde a gente entra justamente para sanar essa dor: a falta de confiabilidade de como está armazenado o acervo, onde eles estão e como comprovar os passos que foram feitos. Ela é um software de gestão logística de testemunhos — não um banco de dados geológicos —, onde a gente armazena e gere quando o furo foi perfurado, onde foi entregue, o backlog, as atividades da equipe e o armazenamento final. Um projeto onde você tem tudo muito bem armazenado e as informações digitais e confiáveis vai agregar valor ao projeto na hora de buscar investimento ou vender o ativo. Se você não tem essa gestão, o investidor não consegue auditar, o que eleva muito o risco do projeto ou exige até fazer sondagem de novo com um custo elevadíssimo.” – Marcéu Barreto, geólogo, MBA em Gerenciamento de Projetos e gerente de Projetos de Tecnologia na Core Case, explica o papel dessa transformação tecnológica e o valor do acervo geológico para o mercado.

Quando cada caixa ganha uma identidade

A Core Case, começou em 2010 fabricando caixas para testemunhos de sondagem. O passo tecnologicamente mais interessante de sua trajetória ocorreu quando o recipiente deixou de ser tratado apenas como objeto de armazenamento e passou a carregar também uma identidade digital.

Na Smart Case, segundo a fabricante, cada caixa pode sair da fábrica com QR Code e RFID exclusivos. Esses identificadores são ligados ao Manager, software da Core Case que registra informações relacionadas a furos, testemunhos, estoques, consumos, movimentações e atividades de galpão. O sistema funciona em nuvem e pode ser acessado pela web e por aplicativo.

A diferença parece pequena até se imaginar uma campanha de exploração com dezenas de milhares de metros perfurados e milhares de caixas movimentadas entre praça de sondagem, galpão de descrição, área de serra/amostragem, armazenamento e arquivo histórico.

No processo convencional, parte dessas informações pode depender de números escritos, etiquetas, planilhas e sucessivas transcrições. Cada intervenção humana acrescenta uma possibilidade de erro: uma caixa trocada, uma identificação digitada incorretamente, um intervalo associado ao registro errado ou simplesmente uma amostra que demora a ser localizada anos depois.

A lógica da Smart Case é criar uma associação persistente entre o recipiente físico e seu registro eletrônico.

O QR Code possibilita acessar a identidade individual da caixa visualmente. O RFID adiciona identificação por radiofrequência. O Manager organiza a camada de informações ligada a esses identificadores. Em vez de pensar apenas em “uma caixa com um chip”, portanto, o conceito relevante é a conexão entre objeto, identidade e banco de dados.

A solução dialoga com uma tendência maior da mineração: digitalizar etapas que permaneceram analógicas mesmo depois da adoção de modelamento tridimensional, sensoriamento remoto, bancos de dados geológicos e softwares cada vez mais sofisticados.

Tecnologia não transforma dado ruim em dado bom

Esse avanço exige uma distinção importante.

A Core Case afirma que a Smart Case reforça práticas de QA/QC e apoia requisitos relacionados ao NI 43-101 e ao JORC. “Apoia” é o verbo adequado.

Nenhum desses sistemas de reporte exige RFID, QR Code ou uma determinada caixa. Eles tampouco certificam os mecanismos de validação como “JORC compliant” ou “NI 43-101 compliant”

Uma identificação eletrônica não corrige uma sondagem mal planejada. Não torna representativa uma amostra que não era representativa. Não detecta automaticamente um problema de recuperação do testemunho, não substitui padrões, brancos e duplicatas no laboratório e não interpreta a geologia.

O que ela pode fazer é fortalecer outro componente do processo: documentar identidade e movimentação, diminuir determinadas transcrições manuais e tornar mais estruturada a conexão entre uma amostra física e as informações associadas a ela.

Essa fronteira é importante porque permite avaliar a tecnologia pelo que ela realmente entrega.

As diretrizes do CIM determinam que a cadeia de custódia das amostras seja estabelecida e registrada. O JORC pergunta como se protege a segurança da amostra e como se impede que erros de transcrição corrompam os dados. O formulário canadense pede que a Qualified Person (QP) avalie a adequação dos procedimentos de segurança, preparação e verificação. Um sistema digital de identificação pode contribuir para responder a parte dessas questões – mas a responsabilidade continua pertencendo ao processo técnico e aos profissionais que o conduzem.

Por que isso importa ainda mais nos minerais críticos

O crescimento dos minerais críticos acrescenta escala ao desafio.

Uma nova geração de projetos está sendo avaliada no Brasil justamente quando investidores, governos e indústrias consumidoras aumentam a atenção sobre origem, segurança de fornecimento, processamento, critérios socioambientais e confiabilidade das cadeias.

A Lei 15.506 traduz parte desse movimento. O artigo 44 estabelece que o futuro sistema brasileiro deverá registrar transações, permitir auditoria das informações e empregar mecanismos de identificação seguros. Também admite soluções tecnológicas para garantir integridade, rastreabilidade e inviolabilidade dos dados.

Seria incorreto afirmar que esse dispositivo se aplica à Smart Case. A rastreabilidade criada pela lei é destinada à cadeia produtiva dos minerais críticos, enquanto a tecnologia da Core Case opera numa etapa anterior, relacionada aos testemunhos e à informação da sondagem.

A coincidência revela uma transformação mais ampla. Em diferentes partes da mineração, aumenta a exigência de saber o que é um material, de onde veio, onde esteve e quais informações estão associadas a ele.

No produto mineral, isso se transforma em requisito regulatório e comercial. Na exploração, aparece como segurança da amostra, cadeia de custódia e integridade dos dados. A lógica tecnológica é semelhante, mesmo quando os sistemas são diferentes.

A caixa como infraestrutura de dados

A Core Case não começou como empresa de software. Começou fabricando a caixa que recebe a rocha, injetada em plástico reciclado. Ao adicionar RFID, QR Code e uma plataforma de gestão, passou a atuar no limite entre produto industrial e infraestrutura de informação.

O movimento é representativo de uma mudança maior entre fornecedores de mineração. Equipamentos deixam de ser avaliados apenas pela função mecânica e passam a gerar, transportar ou organizar dados.

Uma perfuratriz produz informações de desempenho. Equipamentos de processo recebem sensores. Frotas são monitoradas em tempo real. Pilhas, barragens e taludes são acompanhados remotamente. A digitalização da caixa de testemunho insere o galpão de geologia nesse mesmo processo.

Não significa que toda operação precise adotar RFID ou que a Smart Case seja a única maneira de organizar uma litoteca. Também não há, nas fontes públicas consultadas, estudo independente que quantifique quanto o sistema reduz erros ou aumenta produtividade em uma operação mineral real.

Essa ausência impede transformar benefícios comerciais em resultados substanciais.

Mas não elimina a questão tecnológica colocada pelo produto: em uma indústria que investirá bilhões de dólares em novos depósitos, ainda faz sentido permitir que um ativo geológico de longa duração dependa de processos de identificação e movimentação predominantemente manuais?

A corrida começa antes da mina

A discussão sobre minerais críticos costuma terminar em reservas, produção, refino, baterias, ímãs permanentes e geopolítica. Esses são os pontos de maior visibilidade econômica.

A mineração, porém, começa muito antes.

Começa quando uma empresa decide onde perfurar. Continua quando a sonda recupera a rocha, quando o geólogo descreve o testemunho, quando parte dele segue ao laboratório e quando os resultados são incorporados ao banco de dados. É dessa sequência que nasce a informação utilizada para definir se existe ou não um recurso mineral capaz de sustentar um empreendimento. A Smart Case ocupa uma parte desse sistema, e seu surgimento é sintomático.

Ao colocar identidade digital em uma caixa de testemunho, a Core Case leva tecnologia para uma etapa que durante décadas foi tratada essencialmente como armazenamento físico. Não torna o depósito maior, não melhora o teor e não garante financiamento. Torna possível organizar de outra maneira a relação entre a rocha e as informações que descrevem sua história.

Antes de um mineral crítico se tornar recurso, reserva, concentrado ou produto estratégico, ele precisa se tornar dado geológico confiável. E em uma mineração cada vez mais digital, até a caixa onde essa evidência é guardada começa a fazer parte da tecnologia.

Matéria originalmente publicada pelo portal The Mining. Leia ela aqui.

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Estudo de campo comprova mais de 12 anos de durabilidade das caixas plásticas para armazenamento de testemunhos da Core Case, produzidas com material 100% reciclado

Acompanhamento contínuo em Crixás (GO) sob condições severas de intemperismo valida a integridade de acervos geológicos e comprova a resistência do produto injetado em polipropileno (PP) 100% reciclado.


Na exploração mineral, a preservação dos testemunhos de sondagem ao longo dos anos é um fator crítico para a auditabilidade e o valor dos ativos de uma mineradora. Diante da ausência de uma norma técnica específica e dedicada a embalagens para testemunhos no setor, a Core Case passou a acompanhar o comportamento de seus produtos em condições reais de operação no município de Crixás, polo mineral em Goiás.

O estudo de campo, divulgado em outubro, comprovou que as caixas de testemunho fabricadas pela empresa continuam íntegras, estruturalmente estáveis e totalmente funcionais após mais de 12 anos de uso (com registros desde 2014).

Condições do teste

Durante os 12 anos de monitoramento, as caixas mantiveram o armazenamento de amostras rochosas em cenários operacionais reais e não ideais, expostas a fatores climáticos e mecânicos:

  • Carga: Cerca de 30 kg por caixa.
  • Empilhamento: Pilhas de 12 caixas sobrepostas.
  • Variação Térmica: Exposição a temperaturas de 12 °C a 45 °C.
  • Umidade e Radiação: Umidade relativa variando entre 15% e 90%, aliada à alta incidência de radiação UV.

A análise avaliou quatro pilares fundamentais para a rotina de galpão e litoteca: resistência individual da peça, comportamento estrutural ao empilhamento prolongado, durabilidade da matéria-prima e resistência ao intemperismo do Cerrado.

Condições do teste

Além do acompanhamento de campo, os resultados de Crixás são respaldados por ensaios em laboratórios credenciados e testes no laboratório da Core Case:

  • Resistência Mecânica: Suporte de até 160 kg de carga em testes de ruptura e empilhamento.
  • Amplitude Térmica: Estabilidade garantida em ensaios de exposição entre -40 °C e +60 °C em ciclos de 24 horas.
  • Segurança Química e Inflamabilidade: Conformidade com os requisitos da norma ASTM D635:2018.
  • Certificação Ambiental: Uso de matéria-prima reciclada (PCR) com laudo em conformidade com as normas NBR ISO 14021, Decreto 1.806 e Lei 10.297.

De acordo com Edson Onofri, representante comercial da Core Case no Brasil:

“A preservação observada em condições não ideais demonstra que, sob cenários adequados de armazenamento (áreas cobertas e superfícies niveladas), a vida útil das caixas tende a ser ainda mais prolongada, garantindo qualidade, segurança, ergonomia e organização de longo prazo para as campanhas de sondagem”.

Conheça os produtos da Core Case

Condições do teste


As primeiras caixas comercializadas pela Core Case (modelo Geração I), vendidas em fevereiro de 2011, continuam armazenadas em condições favoráveis na Mineração Serra Grande, em Crixás (GO). O lote comprova que o case composto de polipropileno (PP) 100% reciclado se sustenta há mais de 15 anos no campo.

Confira o resultado detalhado do teste

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Remando até os Jogos Paralímpicos de Los Angeles: como Flavio Reitz construiu uma carreira bem sucedida na paracanoagem

Com o ouro no Campeonato Brasileiro e a 3ª posição no ranking mundial, o atleta patrocinado pela Core Case mostra que o resultado na água é fruto de uma rotina pesada de treino e disciplina.

Flavio Reitz em Lagoa Santa. (Foto: Reprodução/Canoagem Brasileira).

Em setembro, Flavio Reitz cruzou a linha de chegada da categoria KL2 200m em Lagoa Santa (MG) com o tempo de 40s69 e garantiu mais um título brasileiro para a conta. Mas para quem só vê a medalha no pódio, o caminho até ali envolveu muito trabalho e dedicação.

Apenas uma semana antes de remar em Minas Gerais, Flavio disputava o Mundial na Polônia (onde ficou em 4º lugar). No mesmo ciclo, trouxe a prata da Copa do Mundo em Montreal, no Canadá. A sequência de resultados colocou o atleta itajaiense na 3ª colocação do ranking mundial da Federação Internacional de Canoagem (ICF), com 3.710 pontos, um passo decisivo na corrida por uma vaga nos Jogos Paralímpicos de Los Angeles 2028.

O Campeonato Brasileiro de Canoagem Velocidade e Paracanoagem 2026 foi sediado em Lagoa Santa (MG), entre os dias 3 e 6 de setembro, reunindo mais de 500 atletas de todo o país. (Foto: Reprodução/Canoagem Brasileira).

A rotina por trás dos 40 segundos

Quem acompanha as viagens com a Seleção Brasileira pelas redes sociais dificilmente imagina a carga de treino no dia a dia. Flavio faz questão de alinhar as expectativas:

Atletas no Campeonato Brasileiro de Canoagem Velocidade e Paracanoagem 2026 (Foto: Reprodução/Canoagem Brasileira).

A gente acaba mostrando, nas redes sociais, um certo glamour com viagens, seleção brasileira, competições nacionais e internacionais, mas no dia a dia o buraco é um pouco mais embaixo. A rotina é diária, em grande parte do ano, de segunda a sexta, em alguns períodos também aos sábados. A gente vai para a água remar todos os dias de manhã. Segunda, quartas e sextas da tarde está reservado para o treinamento de força na academia. Em alguns períodos, na terça à tarde, eu também remo para complementar, para dar um pouco mais de volume. Nas quintas à tarde tem natação para dar uma complementada no cardiorrespiratório. O intervalo entre os treinos é para descansar e conseguir render na sessão seguinte.”

Mente fria sob pressão

Reitz finalizou sua participação no campeonato com chave de ouro na categoria KL2 200 metros. Cravou a marca em 40s69. (Foto: Reprodução/Canoagem Brasileira).

Em uma prova de 200 metros, que dura cerca de 40 segundos, qualquer erro na largada custa a prova.

“Não vou dizer que não dá nervosismo ou frio na barriga, mas a gente aprende a dominar e transformar essa adrenalina e ansiedade em algo positivo, para não entrar apático ou sonolento e perder o timing. A prova é muito rápida, então qualquer erro pode ser crucial entre disputar uma medalha ou chegar no pelotão de trás. Esse estar atento, estar focado, estar ciente das suas capacidades e executar na prova aquilo que você treinou é a chave, sempre buscando a sua melhor performance.”

Do salto em altura para o remo

Flavio disputou três edições das Paralimpíadas no salto em altura antes de migrar para a paracanoagem. A mudança de modalidade significou reeducar o próprio corpo e mudar a mentalidade de treino.

“Depois de 12 anos praticando a modalidade do atletismo, especificamente a prova do salto em altura, fazer uma mudança assim demanda resiliência e persistência. Principalmente em relação às partes do corpo utilizadas no processo: antes eu utilizava basicamente a perna, hoje eu utilizo basicamente os braços e o tronco. Então essa mudança demandou uma atenção especial”.

Flavio Reitz praticou atletismo durante 12 anos, antes de migrar para a canoagem. Foto: Reprodução/Comitê Paralímpico Brasileiro)

“A gente acaba percebendo que a modalidade da canoagem tem um desgaste físico e psicológico diferente. A partir do momento em que você está em contato com a natureza, você não a domina; é ela que domina e você é obrigado a se adaptar ao vento, a correntezas, ondas e à sujeira na água. Diferente do atletismo, onde o piso está sempre o mesmo e no máximo molhado por uma chuva, na canoagem o vento e a altura da água acabam atrapalhando. Esse entendimento de que a gente está em outro ambiente acredito que tenha sido o principal ponto para a gente poder evoluir fisicamente e mentalmente.”

O foco em Los Angeles para 2028

De olho na sua quarta participação paralímpica, o planejamento de Flavio e de sua comissão técnica foca no ciclo de classificação internacional, que vai até maio de 2028.

Copa do Mundo de Paracanoagem, na raia olímpica de Montreal. (Foto: Reprodução/Canoagem Brasileira).

“As competições de 2027, Mundial, Copas do Mundo e Pan-Americano, somam pontos decisivos. Os 10 primeiros do ranking garantem a vaga do país para os Jogos. O objetivo é cumprir os critérios e estar na lista final para representar o Brasil em Los Angeles.”

Apoio da Core Case

Para se dedicar exclusivamente à rotina de treinos e equipamentos de ponta, Flavio destaca a importância do patrocínio de marcas como a Core Case.

Flavio Reitz com Edson Onofri e Pedro Onofri, em Lagoa Santa. (Foto: Reprodução/Core Case).

“Ser apoiado por uma empresa do porte da Core Case para mim significa, num primeiro momento, reconhecimento pela minha trajetória, pela superação da amputação e por ser atleta de alto rendimento, podendo representar o país em grandes competições. Esse tipo de apoio de empresas privadas, empresas que pensam também na parte esportiva e social, é de suma importância e traz para nós uma estrutura que a gente consegue se concentrar só em treinar; o background, a estrutura de alimentação, de suplementação, de uniforme, de equipamentos, estão sendo suportadas pelo apoio de empresas como a Core Case“.

Bastidores do torneio em Lagoa Santa. (Foto: Reprodução/Core Case).

A parceria reforça o compromisso da Core Case em promover iniciativas transformadoras que conectam inovação e superação.

ESG desde o princípio.

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Da universidade ao mercado: Core Case apoia o ensino prático no curso de Geologia da UFS

Campus da Universidade Federal de Sergipe. (Foto: Divulgação/ UFS).

Em parceria com a Universidade Federal de Sergipe (UFS), a Core Case destinou caixas Smart Cases e separadores de intervalo (Core Shocks) ao Laboratório de Descrição de Amostras de Rochas e Testemunhos de Sondagem (LDARTS), fortalecendo a formação de futuros geólogos com soluções modernas de acervo. Os materiais chegaram nesta segunda-feira (28/9), no campus da universidade, e foram recebidos sob a liderança do Prof. Joaquim Daniel, responsável por integrar as soluções à infraestrutura de ensino e pesquisa da instituição.

Os cases acoplam diferentes tipos de amostras da sondagem, como testemunho, britado, sedimento, calha, plugue/lateral, e polpa. (Foto: Divulgação / UFS).

Para atender às diferentes demandas de amostragem do curso, a doação contemplou mais de 600 caixas de testemunhos das linhas NQ, HQ, Petrocase e Chip,  acompanhadas dos separadores de intervalo (Core Shocks) e das tampas. Todo o lote foi entregue equipado com as TAGs adesivas Smart Case, permitindo que os alunos aprendam na prática a gerenciar e rastrear acervos geológicos digitalmente.

Modernização do acervo e impacto no dia a dia acadêmico

As soluções doadas foram incorporadas à litoteca do Laboratório de Descrição de Amostras de Rochas e Testemunhos de Sondagem (LDARTS) da UFS. A iniciativa tem como objetivos a substituição gradativa das antigas caixas de madeira, já desgastadas pelo tempo, e o apoio do material para disciplinas práticas.

Segundo o Prof. Joaquim Daniel, a melhoria estrutural reflete-se na qualidade do aprendizado dos estudantes e pesquisadores:

“O acervo é utilizado em cursos e treinamentos destinados tanto a estudantes em fases avançadas quanto a geólogos e profissionais da área, além de apoiar trabalhos de conclusão de curso, dissertações de mestrado e teses de doutorado. As caixas da Core Case representam, portanto, uma importante melhoria na organização e conservação do acervo e contribuem diretamente para a qualidade das atividades práticas.”

O Prof. Dr. Joaquim Daniel de Liz, docente de Geologia na UFS desde 2013 e doutor em Geociências pela UFRGS, coordena as atividades do LDARTS. (Foto: Divulgação / UFS).

Saiba como as caixas da Core Case garantem proteção e a organização adequada dos testemunhos geológicos.

Reduzindo a distância entre a sala de aula e a indústria mineral

A aproximação dos estudantes com soluções de padrão internacional durante a graduação acelera a adaptação dos formandos às exigências das grandes mineradoras. Em campanhas de exploração, os testemunhos constituem um dos principais patrimônios da pesquisa mineral, exigindo padronização e integridade.

Para o docente da UFS, vivenciar esse fluxo de organização do acervo prepara o estudante para a responsabilidade do mercado:

“É muito importante que a formação universitária aproxime o estudante, desde cedo, da realidade que encontrará no mercado de trabalho. O contato com equipamentos e materiais utilizados atualmente pela indústria mineral permite ao aluno desenvolver familiaridade com as rotinas e os padrões adotados profissionalmente.

As caixas foram adesivadas com a TAGs Smart Case, possibilitando a integração com um sistema próprio de controle e rastreabilidade das caixas (Foto: Divulgação / UFS).

Durante uma campanha de sondagem, o testemunho precisa ser adequadamente organizado, preservado, identificado, descrito e amostrado. Compreender todo esse fluxo faz parte da formação de um geólogo preparado. Ao utilizar soluções semelhantes às encontradas em projetos reais, reduzimos a distância entre a formação acadêmica e a prática profissional.”

A formação de um geólogo de excelência exige o equilíbrio entre a teoria acadêmica e a prática operacional enfrentada diariamente na indústria mineral. A Core Case busca ser aliada nessa prática.
(Foto: Divulgação / UFS).

Sinergia entre universidade e setor produtivo

A iniciativa da Core Case integra um compromisso contínuo em apoiar centros acadêmicos por todo o Brasil. O Prof. Joaquim Daniel, que atuou por anos no mercado de exploração mineral antes de se dedicar à docência, ressalta que essa cooperação gera benefícios mútuos:

“Minha trajetória profissional começou no setor mineral. Por essa experiência, conheço de perto a importância da aproximação entre as empresas e a universidade. No curso de Geologia da UFS, temos o diferencial de dedicar especial atenção à descrição de testemunhos na disciplina de Prospecção Mineral e em cursos anuais de capacitação.

Essa relação de cooperação é extremamente positiva: a universidade cumpre sua função de formar profissionais qualificados e produzir conhecimento, enquanto as empresas mantêm contato com as demandas do mercado. Iniciativas como a da Core Case proporcionam contato com materiais efetivamente utilizados pela indústria, melhoram a infraestrutura de ensino e aproximam as empresas do ambiente onde estão sendo formados seus futuros profissionais.”

Fundamentos para a era do ESG e da tecnologia

Em um cenário de rápida transformação digital e de exigência por práticas de governança e sustentabilidade na mineração, a tecnologia atua como aliada, mas não substitui a precisão da amostragem geológica. Ao deixar sua mensagem para os futuros geólogos, o professor reforça a relevância do rigor na coleta de dados:

“A mineração passa por uma transformação muito rápida com inteligência artificial, sensoriamento remoto e automação. Ao mesmo tempo, aspectos ambientais, sociais e de governança assumem importância crescente. Contudo, tudo começa com a aquisição de dados de qualidade: nenhuma tecnologia produz bons resultados se os dados de origem forem obtidos de maneira inadequada ou sem fundamentação geológica consistente.

Minha mensagem para os futuros geólogos é que procurem desenvolver simultaneamente três características: uma base técnica sólida, capacidade de adaptação às novas tecnologias e responsabilidade sobre as consequências de suas decisões. O profissional que conseguir integrar esses três aspectos estará preparado para enfrentar os desafios das próximas décadas.”

Leia mais sobre tecnologia na mineração.

De geólogo para futuros geólogos: a visão da Core Case

A iniciativa ganha um significado pessoal sob a ótica da liderança da Core Case. Para o diretor da empresa, Daniel Bortowski, geólogo de formação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), o apoio às universidades é uma forma de proporcionar às novas gerações as oportunidades práticas que eram raras no passado.

“Para mim, essa iniciativa tem um significado muito especial, tanto como geólogo quanto como diretor da Core Case. Quando fiz minha graduação, na segunda metade dos anos 1990, havia uma distância muito maior entre as empresas e a universidade. Tive pouquíssimo contato com testemunhos de sondagem durante a faculdade e só fui aprender a descrevê-los e trabalhar com esse tipo de material quando já estava atuando profissionalmente.

Modelo do Case HQ, Geração II, em uso. (Foto: Reprodução / Core Case).

Por isso, vejo um valor enorme em proporcionar aos estudantes esse contato ainda dentro da universidade. Nem todos terão a oportunidade de estagiar em uma mineradora durante a graduação, então tudo aquilo que conseguimos levar da realidade da indústria para o ambiente acadêmico faz diferença na formação desses futuros profissionais”, destaca Daniel.

A proposta da Core Case busca ir além do fornecimento de insumos, construindo parcerias contínuas que promovam o desenvolvimento técnico e a troca de conhecimento.

“Institucionalmente, é exatamente esse tipo de relação que queremos construir. Não queremos que nossa participação junto às universidades se limite à doação de caixas de testemunhos. Queremos contribuir com produtos, conhecimento, participação em eventos, seminários e outras iniciativas que aproximem a academia da indústria mineral. Ver nossas soluções na UFS apoiando o ensino é motivo de muita satisfação. De certa forma, estamos oferecendo aos estudantes de hoje algumas das experiências que eu gostaria de ter tido quando estava na universidade”, conclui o diretor.

Projetando um espaço modelo para a UFS

A entrega dos insumos é o ponto de partida para a estruturação de um espaço modelo de descrição e amostragem de testemunhos no Laboratório de Descrição de Amostras de Rochas e Testemunhos de Sondagem. O ambiente contará com um painel de divulgação para os apoiadores, funcionando como um projeto piloto a ser replicado em outros centros acadêmicos pelo Brasil.

Escopo do futuro projeto. (Foto: Reprodução / Core Case).

Conheça o Departamento de Geologia da Universidade Federal de Sergipe.

Sobre a Core Case

A Core Case é referência global no desenvolvimento de caixas de testemunhos e acessórios para amostragem geológica produzidos em plástico 100% reciclado. Além de oferecer produtos ergonômicos, duráveis e sustentáveis para o mercado mineral, a empresa investe continuamente no apoio a instituições de ensino e na formação das novas gerações da geologia brasileira.

Saiba mais.

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Promovido pela Brasil Mineral, o encontro discutiu desafios operacionais, atração de capitais e novos projetos na cadeia aurífera

Seminário em SP reúne executivos, investidores e mineradoras para debater o futuro e o boom do ouro no Brasil

Promovido pela Brasil Mineral, o encontro discutiu desafios operacionais, atração de capitais e novos projetos na cadeia aurífera

Mais de 140 executivos do setor mineral participaram do evento. Foto: Stefanne Senne.

SÃO PAULO (SP) – O avanço de novos projetos de mineração de ouro no Brasil e o aquecimento do mercado global deram o tom do seminário “Além das Onças – Presente e futuro dos projetos de ouro no Brasil”, promovido na terça-feira (22/9), pela Revista Brasil Mineral, no Auditório Mattos Filho. Patrocinadora Master do encontro, a Core Case marcou presença, reforçando não somente a importância dos fornecedores para a viabilidade técnica e agilidade produtiva, como também o papel das práticas socioambientais logo nas primeiras fases de pesquisa mineral.

A programação contou com painéis dedicados à viabilidade técnica dos projetos, ao surgimento de novos players no mercado aurífero e às diretrizes para a produção responsável. O evento encerrou-se com um debate sobre os caminhos para o financiamento de projetos de mineração do ouro em âmbito nacional e internacional.SÃO PAULO (SP) – O avanço de novos projetos de mineração de ouro no Brasil e o aquecimento do mercado global deram o tom do seminário “Além das Onças – Presente e futuro dos projetos de ouro no Brasil”, promovido na terça-feira (22/9), pela Revista Brasil Mineral, no Auditório Mattos Filho. Patrocinadora Master do encontro, a Core Case marcou presença, reforçando não somente a importância dos fornecedores para a viabilidade técnica e agilidade produtiva, como também o papel das práticas socioambientais logo nas primeiras fases de pesquisa mineral.

A programação contou com painéis dedicados à viabilidade técnica dos projetos, ao surgimento de novos players no mercado aurífero e às diretrizes para a produção responsável. O evento encerrou-se com um debate sobre os caminhos para o financiamento de projetos de mineração do ouro em âmbito nacional e internacional.

Debates no Auditório Mattos Filho abordaram a atração de investimentos e o gargalo de mão de obra na mineração aurífera (Foto: Stefanne Senne / Brasil Mineral).

O otimismo do setor é impulsionado por números expressivos: segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM), o ouro manteve forte valorização no primeiro semestre de 2026 e respondeu por mais de R$ 25 bilhões do faturamento da mineração brasileira, representando 16,8% do faturamento do setor mineral no país. Durante a abertura, Gilberto Azevedo, vice-presidente de Novos Negócios da Kinross Brasil, reforçou que o tempo médio para abrir uma mina no Brasil é de 17,3 anos, prazo muito próximo das reservas globais (20 anos), o que aumenta a pressão por eficiência e agilidade na pesquisa geológica.

Os representantes comerciais da Core Case no Brasil, Edson Onofri e Pedro Onofri, acompanhados do vice-presidente de Sustentabilidade e Assuntos Corporativos da AngloGold Ashanti Brasil, Othon de Villefort Maia, durante o seminário (Foto: Divulgação / Core Case).

Em um cenário onde fundos de investimento e mineradoras globais exigem rigor técnico e mitigação de riscos, a preservação do acervo de sondagem ganha papel estratégico, conforme destacado no painel “Da prospecção à mina: viabilidade técnica e investimento”. A conservação adequada do testemunho de sondagem é fundamental para comprovar a viabilidade das onças de ouro, justificando aportes financeiros para a expansão brownfield, que tem sido o principal foco das novas mineradoras participantes do painel “Novos players em ouro no Brasil”.

Edson Onofri, representante comercial da Core Case no Brasil e atuante no mercado da mineração há mais de 30 anos, explica que a segurança do ativo começa no campo, na fase da exploração geológica. “O testemunho é o maior patrimônio de uma pesquisa; mantê-lo protegido contra degradação garante a auditabilidade e a rastreabilidade do acervo por décadas. A Core Case atua como aliada da mineração nesse processo, assegurando que o dado geológico permaneça íntegro para dar suporte às decisões de investimento.” A tecnologia Smart Case, desenvolvida pela Core Case, une caixas de alta resistência e durabilidade com um sistema de identificação e controle dos testemunhos armazenados nos galpões, otimizando o trabalho das equipes de geologia.

Saiba mais sobre a tecnologia Smart Case.

O boom do ouro também representou avanços no desenvolvimento sustentável da cadeia produtiva. As metas e desafios dentro do setor de ESG – Environmental, Social and Governance (Ambiental, Social e Governança) das empresas foram debatidas no painel “Ouro responsável e tendências para os próximos anos”.

Equipe da Core Case Brasil com a jornalista Mara Fornari e a publicitária Marta Camargo (Foto: Stefanne Senne / Brasil Mineral).

“O debate sobre o ouro responsável no Brasil passa diretamente pela transparência em todas as pontas do processo”, avalia Edson Onofri. “Hoje, as medidas ambientais devem caminhar junto com a etapa de prospecção. Quando as mineradoras e as empresas prestadoras de serviço de sondagem substituem as caixas de testemunhos de madeira, até 15 anos atrás muito usadas na mineração brasileira, por caixas de testemunho em plástico 100% reciclado da Core Case, reduz-se drasticamente a pegada de carbono, contribuindo para que as empresas cumpram com suas metas ambientais.”

Core Case e a sustentabilidade na pesquisa mineral.

O encontro reuniu executivos e lideranças de grande relevância no setor, incluindo painelistas e debatedores de empresas e instituições como AngloGold Ashanti, Brinks, Coogavepe (Cooperativa dos Garimpeiros do Vale do Rio Peixoto), Ero Brasil, Geofocus, GMining Ventures, Grupo Geopar, Hochschild Mining Brasil, Integratio, Kinross Brasil, MID Infraestrutura, PA Gold, Pan American Silver e XP Investimentos, além de investidores e executivos do escritório Mattos Filho.

Bastidores do seminário “Além das Onças”: representantes da Core Case, Edson Onofri e Pedro Onofri, ao lado da equipe e organizadores da Revista Brasil Mineral. (Foto: Stefanne Senne / Brasil Mineral).

Confira mais fotos do evento.

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ISO 14001 na Core Case: 16 anos de prática, agora com selo internacional

A conquista chegou no dia 17 de maio de 2026, primeiro dia da XII SIMEXMIN, em Ouro Preto.

Quando a Core Case foi fundada, em 2010, a decisão pelo polipropileno reciclado em vez da madeira já era uma escolha pública. Por dezesseis anos, essa escolha guiou cada caixa fabricada, cada parceria e cada centímetro quadrado da operação. Em 17 de maio de 2026, primeiro dia da XII SIMEXMIN, em Ouro Preto, esse compromisso ganhou o reconhecimento formal de uma das certificações mais reconhecidas do mundo em gestão ambiental: a ISO 14001.

O que é a ISO 14001?

A ISO 14001 é a norma internacional que define os requisitos de um Sistema de Gestão Ambiental. Publicada pela Organização Internacional de Normalização (ISO) e atualizada em 2015, é a referência global em gestão ambiental sistematizada. A norma exige que a organização identifique seus impactos ambientais, planeje ações concretas para reduzi-los, monitore os resultados e melhore continuamente o processo.

Em vez de um certificado pontual, a ISO 14001 atesta um sistema vivo, auditável e exigente, com responsabilidade da liderança e cadeia de valor inteira sob o mesmo critério. É amplamente exigida em cadeias de fornecimento de setores como mineração, energia, indústria pesada e infraestrutura.

Por que a certificação importa para a Core Case

Para a Core Case, a ISO 14001 não foi ponto de partida. Foi reconhecimento de um percurso. A certificação valida, sob auditoria externa internacionalmente reconhecida, que o jeito de operar da marca, construído desde 2010, atende aos requisitos mais exigentes do mundo em gestão ambiental.

Na prática, a ISO 14001 organiza ainda mais a forma como o compromisso ambiental se traduz em cada processo da empresa: da fabricação ao transporte, da escolha de fornecedores às parcerias com mineradoras. Cada etapa passa a estar sob um sistema de medição contínua, com metas, indicadores e auditoria periódica.

E posiciona a Core Case como parte da transformação que a mineração global vive hoje: a transição para uma indústria que não apenas extrai, mas extrai com responsabilidade.

Por que a certificação importa para os clientes da Core Case

Quando uma mineradora escolhe a Core Case como fornecedora de soluções de armazenamento de testemunhos, ela passa a contar com um elo na cadeia que tem o mesmo padrão internacional que ela própria precisa cumprir.

Isso facilita o compliance ambiental em licitações e contratos, fortalece o reporte ESG da própria mineradora, atende exigências de auditoria de stakeholders e investidores, e reduz risco reputacional na cadeia de fornecimento. Em um setor em que cada elo da cadeia conta no relatório de sustentabilidade do cliente final, ter um fornecedor ISO 14001 é vantagem operacional e financeira.

E sinaliza algo importante para quem está em campo: a caixa que carrega o testemunho foi produzida sob um sistema de gestão que respeita o mesmo planeta que a operação dela explora.

ESG desde o princípio. Agora, com selo.

A ISO 14001 não é o fim. É reconhecimento de uma trajetória de dezesseis anos e ponto de partida para a próxima etapa. A Core Case segue desenvolvendo materiais, ampliando parcerias internacionais e investindo em tecnologias como o Smart Case, com rastreabilidade via RFID. Sempre dentro do mesmo princípio que move a marca desde 2010: produto que respeita quem está em campo e respeita o lugar de onde a operação extrai.

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PDAC 2026: Quando a Nostalgia Encontra o Futuro da Mineração em Toronto

O PDAC 2026 em Toronto reafirmou sua posição como o epicentro da mineração mundial, e a Core Case marcou presença com uma participação inusitada no Metro Toronto Convention Centre (MTCC). Dividimos nossa operação em dois polos estratégicos para demonstrar como a tecnologia, a nostalgia e a robustez bruta caminham juntas na evolução do setor.


Confira os detalhes da nossa jornada nos dois pavilhões do evento:

North Building: O fenômeno “BACK TO THE CORE” e a conexão com o futuro.

No North Building, a nostalgia tomou conta do pavilhão com a nossa campanha BACK TO THE CORE. A presença do icônico DeLorean DMC-12 foi um verdadeiro fenômeno: visitantes de todas as gerações e de diversos países pararam para fotos, atraídos pela memória afetiva de uma era que imaginava o futuro. O carro não foi apenas um elemento visual, mas um conector  de geólogos, executivos e estudantes ao propósito da Core Case.

Essa conexão emocional abriu espaço para conversas profundas sobre a realidade tecnológica que a Core Case já entrega hoje. Demonstramos como a Smart Case transforma o armazenamento de testemunhos em um processo digital e inteligente. Com QR Code e RFID integrados, nossas caixas permitem o controle total desde a extração até a litoteca, eliminando erros manuais e garantindo a segurança dos dados e a rastreabilidade. Fabricadas com 100% de plástico reciclado, essas soluções provam que a eficiência operacional e o compromisso ESG são realidades indissociáveis na mineração moderna.

No vídeo, há uma conexão com o filme Back to the Future. O menino, que brincava próximo à praça de sondagem onde o pai trabalhava duro organizando caixas de madeira, cresceu observando aquela rotina todos os dias.

Inspirado por essa vivência, como se quisesse voltar no tempo e transformar aquela realidade, nasceu nele a ideia de mudar o futuro do armazenamento de testemunhos de sondagem. Foi assim que decidiu seguir esse caminho, se tornou geólogo e desenvolveu um dos cases mais tecnológicos e sustentáveis do mundo.

South Building: ABITIBI Series — A força bruta para os desafios reais do campo

Se o North Building representava a conexão, nosso estande no South Building era a ênfase na durabilidade e resistência para as operações de sondagem mais extremas do planeta.

Apresentamos a ABITIBI Series, em homenagem a região do Green Belt no Canadá, como a nossa resposta definitiva para quem opera em ambientes inóspitos. Projetada para uma robustez inabalável, ela suporta variações térmicas de -40ºC* a +50ºC, garantindo a integridade dos testemunhos de sondagem onde a madeira falha. A ABITIBI substitui com superioridade técnica as tradicionais caixas de madeira, que sofrem com a umidade e a degradação acelerada em climas severos. Mesmo com seu foco em resistência extrema, a ABITIBI mantém o DNA tecnológico da Core Case, sendo totalmente compatível com o sistema Smart Case para garantir que a durabilidade física venha acompanhada de rastreabilidade total.

SMART CASE

Ambos os espaços apresentaram o Smart Case GII: no south, com a Série ABITIBI, a caixa de testemunhos mais resistente da Core Case; e no north, com o GII Smart Case. Todas as caixas de testemunhos da Core Case podem ser atualizadas para Smart Case, garantindo rastreabilidade completa das amostras de testemunho de sondagem.

O Legado da Core Case no PDAC 2026

Nossa participação em Toronto demonstrou que o futuro da mineração exige soluções que sejam ao mesmo tempo inteligentes e resilientes. Seja por meio da conexão emocional e digital no North Building, seja superando limites geográficos com a ABITIBI no South Building, a Core Case continua liderando a transformação do setor com tecnologia, durabilidade e ergonomia.

Impulsionada pela dedicação e pela expertise técnica da nossa equipe, a Core Case alcançou sucesso na PDAC 2026. Parceiros e visitantes de todo o mundo foram recebidos. No North Building, Vanessa, Marcéu e Eduardo lideraram a experiência BACK TO THE CORE.

Eduardo Rosário, Vanessa Engelke and Marcéu Barreto

No South Building, Adriano Schwab e Kevin Palmer conduziram demonstrações da Série ABITIBI, detalhando o desempenho técnico da linha Geração II nos ambientes mais adversos.

Adriano Schwab
Kevin Palmer, Daniel Bortowski, Flávio Ramos e Eduardo Rosário

A operação foi guiada pela liderança estratégica dos fundadores da Core Case, Flávio e Daniel, que circularam entre ambos os pavilhões, reforçando o compromisso da equipe executiva com a inovação e o engajamento direto com o mercado global.

Daniel Bortowski e Flávio Ramos

Agradecemos a cada um deles por compartilhar sua expertise e por representar com excelência a missão da Core Case em Toronto.

Agradecemos a todos os parceiros e visitantes que fizeram de nossos estandes um dos destaques mais comentados do evento. O futuro do armazenamento de testemunhos de sondagem já é realidade e oferece vantagens concretas para geólogos em toda a indústria.

Observação: Submetemos nossas bandejas a temperaturas de -40°C a +50°C por 24 horas. Programa de validação de desempenho a -40°C em andamento.*

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2026: Florestas ou caixas de testemunho de madeira?

Essa imagem dói e ela precisa doer.

De um lado, a vida pulsa. Um ecossistema completo, com árvores que levaram décadas para crescer, servindo de lar para incontáveis espécies. Do outro, o resultado frio e silencioso de uma escolha: pilhas de madeira e um vazio onde antes havia floresta.

Quando falamos em substituir caixas de madeira por soluções sustentáveis, não estamos falando de uma “frescurinha” de marketing verde ou de uma tendência passageira. Estamos falando sobre a imagem acima. Sobre árvores no chão, animais sem habitat e o peso de uma indústria que, em pleno 2025, ainda trata florestas como matéria-prima descartável.

A mineração, por sua natureza, já carrega um imenso passivo ambiental. É uma atividade de impacto, e todos no setor sabem disso. É exatamente por isso que a agenda ESG (Environmental, Social, and Governance) se tornou um pilar de sobrevivência, reputação e viabilidade a longo prazo.

Então, como justificar que, enquanto investimos milhões em tecnologias de mitigação de impacto e relatórios de sustentabilidade, continuamos a usar o método mais arcaico e destrutivo para uma tarefa tão fundamental como o armazenamento de testemunhos de sondagem?

Continuar usando caixas de madeira em 2026, é escolher deliberadamente manter um problema que já tem uma solução superior, mais inteligente e, acima de tudo, mais responsável.

É fechar os olhos para a imagem que dói.

O futuro do armazenamento é reciclado, resistente e inteligente.

A resposta para esse dilema não é uma promessa distante. Ela já existe e está transformando a operação de empresas que decidiram olhar para o futuro.

A Core Case nasceu de uma inquietação: era inaceitável que a indústria da mineração, tão focada em dados e geologia, dependesse de um material frágil, suscetível a pragas, umidade e que, em sua essência, representa a destruição de biomas.

Nossas caixas são produzidas com polipropileno (PP) 100% reciclado. Isso significa que:

  • Nenhuma árvore nova é derrubada. Reaproveitamos um material que já está no ciclo produtivo, diminuindo a pressão sobre os recursos naturais.
  • A durabilidade é incomparável. Nossas caixas resistem a umidade, variações de temperatura e impactos, protegendo os testemunhos, o ativo mais valioso da sondagem, por muito mais tempo.
  • A eficiência operacional aumenta. São mais leves, fáceis de manusear e empilháveis com segurança, otimizando espaço e logística.

Só em 2025, a adoção das soluções Core Case foi responsável por preservar o equivalente a 16.000 árvores. Pense nisso, são hectares de floresta que continuam de pé, abrigando vida, porque empresas tomaram a decisão de evoluir.

A escolha é sua e o futuro está olhando.

Se a sua operação ainda utiliza caixas de madeira, a pergunta que fica é dolorosamente simples: faz sentido derrubar uma floresta para guardar fragmentos de rocha?

Em uma era onde cada decisão corporativa é minuciosamente analisada por investidores, clientes e pela sociedade, persistir no uso de caixas de madeira é uma mancha na credibilidade ESG. É fingir que uma parte crítica do problema, a da sua própria operação, não existe.

2026 está logo ali e representa um novo ciclo de metas, cobranças e responsabilidades.

A questão final não é se a sua empresa vai parar de usar caixas de madeira, mas quando. E se a resposta não for “agora”, você estará escolhendo conscientemente o lado da destruição na imagem que tanto dói.

A Core Case está pronta para mover sua empresa para o lado da floresta em pé. Fale com um de nossos especialistas e lidere a transformação.

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Core Shock: organização e precisão em cada intervalo

O Core Shock é o sistema exclusivo da Core Case para separação de intervalos em testemunhos de sondagem. Desenvolvido em material resistente, ele garante encaixe rápido, seguro e intuitivo, eliminando de vez o uso de blocos de madeira e soluções improvisadas.

Os blocos de madeira usados tradicionalmente como separadores apresentam um problema crítico: com o tempo, podem apodrecer, se desgastar e perder legibilidade. Esse desgaste compromete a confiabilidade dos registros e coloca em risco a precisão das informações de sondagem. O Core Shock resolve essa fragilidade ao oferecer separadores produzidos no mesmo material resistente das caixas, garantindo durabilidade e segurança dos dados em qualquer condição de campo.

Cada separador pode receber marcações feitas manualmente, utilizando canetões, como a nossa Core Marker ou impressões diretas, via Core Case Tech.

Estas são facilidades pensadas pela Core Case que permitem registrar dados de forma clara e duradoura, assegurando padronização, rastreabilidade e evitando a perda de informações essenciais ao longo do tempo.

Disponível em versões adaptadas para cada tipo de caixa, o Core Shock mantém os dados estáveis e organizados dentro do fluxo de trabalho, oferecendo mais confiabilidade para geólogos e equipes de campo.

Core Shock é eficiência aplicada à sondagem: informação preservada, operação padronizada e resultados mais seguros.

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O resgate dos 33 mineiros no Chile: como uma perfuratriz canadense virou símbolo de salvação

Em 5 de agosto de 2010, o colapso de uma mina no deserto do Atacama, no norte do Chile, deu início a um dos episódios mais dramáticos e emblemáticos da história da mineração moderna. A mina San José, que extraía ouro e cobre, desabou, deixando 33 mineiros presos a cerca de 700 metros de profundidade, em condições extremas, sem comunicação com a superfície e com um risco constante de novos desmoronamentos.

Por desierto_atacama - Mina San JosèUploaded by Diego Grez, CC BY-SA 2.0

Durante os primeiros 17 dias, não havia qualquer certeza sobre a sobrevivência do grupo. A única esperança estava nas perfurações que tentavam localizar a câmara de emergência, onde os trabalhadores poderiam ter buscado abrigo.

Foi nesse momento crítico que a história deu sua primeira virada: uma das sondas de busca atingiu a câmara. Quando foi puxada de volta à superfície, trazia uma pequena mensagem, escrita com letras vermelhas e fita adesiva:

“Estamos bien en el refugio, los 33” (“Estamos bem no abrigo, os 33”)

Por Gobierno de Chile - Presidente de la República en Mina San José, CC BY 2.0

A frase correu o mundo. Era o sinal de que todos estavam vivos. Mas, ao mesmo tempo, significava que o verdadeiro desafio começava ali: como resgatar 33 pessoas soterradas àquela profundidade?

O governo chileno, com apoio de especialistas internacionais, traçou três estratégias paralelas para tentar chegar até os mineiros com segurança. Nasceram os Planos A, B e C:

• Plano A: usava a infraestrutura já existente na mina para tentar abrir um túnel de escape, mas era um plano lento e instável.

• Plano B: apostava em uma perfuratriz inclinada, mais rápida, mas com risco estrutural elevado.

• Plano C: o mais ousado e direto. Consistia em perfurar verticalmente, desde a superfície até o abrigo dos mineiros, com um equipamento do setor petrolífero, operado pela empresa canadense Precision Drilling Corporation.

O equipamento utilizado, chamado Rig 421, havia sido desenvolvido para perfurações profundas na exploração de petróleo. Seu uso em uma missão de resgate humano era inédito. A robustez e a estabilidade da sonda, no entanto, foram determinantes para o sucesso da operação.

Após semanas de trabalho técnico delicado, com apoio da NASA, da Marinha Chilena e de engenheiros de diversos países, o túnel vertical do Plano C chegou à câmara de refúgio no dia 9 de outubro. A partir daí, foi possível instalar a cápsula Fênix 2, feita sob medida para subir e descer pelo túnel com segurança, içando cada mineiro à superfície.

 
Por Gobierno de Chile - originally posted to Flickr as 12.10.10 Primera prueba de la cápsula, CC BY 2.0

 O resgate teve início em 12 de outubro e atravessou a madrugada até o dia seguinte. Um a um, os 33 trabalhadores foram retirados. Alguns sorriam, outros choravam, Mas todos voltaram à superfície com vida depois de 69 dias no subsolo.

O mundo assistiu a um feito que uniu tecnologia, estratégia e cooperação internacional.

Por Gobierno de Chile - 13.10.10 Edison Peña, CC BY 2.0

O legado do Plano C

 O sucesso do Plano C mostrou algo fundamental: em operações de alto risco, ter alternativas é necessário. A escolha de usar uma perfuratriz de petróleo, mesmo sendo fora do comum, foi o diferencial técnico que salvou vidas. A precisão da Rig 421, combinada com o planejamento conjunto, tornou possível o que muitos consideravam improvável.

Engenheiros, técnicos, mineradores, gestores, forças armadas e cientistas de diferentes países estiveram unidos por uma única missão: salvar vidas.

A operação de resgate dos mineiros chilenos foi uma demonstração do que é possível alcançar quando conhecimento, coragem e cooperação trabalham lado a lado.

Essa história é, acima de tudo, um exemplo de como a tecnologia, quando aplicada com ousadia e responsabilidade, pode ultrapassar seus próprios limites. Nossa admiração a todos os envolvidos. 

Hugo Infante/Government of Chile, CC BY 2.0

Referências

1. DMT Group. The Rescue of the 33 Chilean Miners: A Story of Courage and Triumph. Disponível em: https://www.dmt-group.com.br/en/blog/mining/details/article/the-rescue-of-the-33-chilean-miners-a-story-of-courage-and-triumph. Acesso em: agosto de 2025.

2. Wikipedia. 2010 Copiapó mining accident. Disponível em: https://en.wikipedia.org/wiki/2010_Copiap%C3%B3_mining_accident. Acesso em: agosto de 2025.

3. Wikipedia. Fénix capsules. Disponível em: https://en.wikipedia.org/wiki/F%C3%A9nix_capsules. Acesso em: agosto de 2025.

4. NPR. The Incredible Story Of Chilean Miners Rescued From The ‘Deep Down Dark’. Disponível em: https://www.npr.org/2014/10/29/359839104/the-incredible-story-of-chilean-miners-rescued-from-the-deep-down-dark. Acesso em: agosto de 2025.

5. Smithsonian Magazine. The Capsule That Saved the Chilean Miners. Disponível em: https://www.smithsonianmag.com/innovation/the-capsule-that-saved-the-chilean-miners-5620851. Acesso em: agosto de 2025.

6. Wikipedia. The 33 (film). Disponível em: https://en.wikipedia.org/wiki/The_33. Acesso em: agosto de 2025.

7. HBS Alumni Bulletin. Crisis Management: Chilean Mine Rescue Case Summary. Disponível em: https://www.alumni.hbs.edu/Documents/events/HBS-ALUMNI-Crisis-Mgmt_5_Chilean-Mining-Rescue-and-Summary.pdf. Acesso em: agosto de 2025.

A utilização das caixas de madeira para transporte e acondicionamento de testemunhos de sondagem diamantada trazia dificuldades operacionais, comuns em muitas empresas do ramo de mineração. Para oferecer uma nova alternativa ao mercado e sanar este problema, a Core Case desenvolveu soluções e produtos plásticos com a mesma finalidade, mas trazendo grandes vantagens. Os cases e acessórios Core Case são produzidos em plástico 100% reciclado e reciclável (Polipropileno – PP), têm formato ergonômico, são resistentes, leves e fáceis de transportar, além de serem mais duráveis que as caixas de madeira e de outros materiais.

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